Archive for October, 2009

Imagens da segunda noite

A fotógrafa Ezyê Moleda segue cobrindo as noites do Projeto + Massa na Livraria da Esquina, e disponibilizou algumas imagens tratadas da noite de quarta neste link. Para dar um gostinho, os dois vocalistas da noite, Saulo Duarte e Laya Lopes:

prévia-115prévia-498

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

Um pequeno vislumbre da noite passada, para a fome pela próxima quarta

flyer_noite02_450

Enquanto aguardamos por mais uma noite Mais Massa na Livraria da Esquina, com O Jardim das Horas e Saulo Duarte e a Unidade, fica aqui mais um vídeo dos primeiros shows, dessa vez Los Porongas com a participação de Hélio Flanders tocando “Enquanto Uns Dormem“.

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

O Jardim das Horas e Saulo Duarte e a Unidade, na próxima quarta, 28/10

Na próxima quarta-feira, as bandas O Jardim das Horas (na foto, à esquerda) e Saulo Duarte e a Unidade (à direita) sobem no palco do Projeto + Massa. 

Jardim_horassaulo divulgação

 

 

 

 

Até quarta-feira, serão publicados textos de análise de canções das duas bandas, nos mesmos moldes dos que já estão no ar, a respeito de Los Porongas, Madame Saatan e O Sonso.

Quem acompanha este blog e o Projeto + Massa desde o começo deve ter notado que tivemos de fazer uma pequena alteração nas bandas da próxima quarta-feira. A banda Madame Saatan, que tocaria ao lado de O Jardim das Horas, teve problemas e preferiu adiar a apresentação para a próxima quarta-feira.

Assim, nosso calendário ficou da seguinte maneira:

28/10 – O Jardim das Horas + Saulo Duarte e a Unidade
04/11 –  Volver + Madame Saatan
11/11 – Show coletivo

Fomos notícia no jornal A Gazeta, do Acre, na coluna de Jackie Pinheiro. Clique aqui para ver a nota ou leia o texto na imagem abaixo:

CLIPPING_MAIS_MASSA_A_GAZETA_AC

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

Mais fotos e homenagens, e uma repercussão curiosa

Nos posts anteriores, ficou faltando uma foto que registrasse a presença de Ícaro Suzuki, do Madame Saatan, e do colaborador Fábio Cardelli, na primeira noite do + Massa. Por isso, reparamos essa falha com a imagem histórica feita pela incansável colaboradora Gigi Grasso:

DSC02710

Em pé, da esquerda para a direita: João (Los Porongas), Fernando (Volver), Fábio Cardelli (Escárnio e Osso), escarnecendo de Tiago Barizon (Identidade Musical), Bruno (Volver), Daniel (O Sonso), Saulo Duarte, Ícaro Suzuki (Madame Saatan), Diogo Soares (Los Porongas). Sentados, da esquerda para a direita: Kleber (Volver), Raphael (O Jardim das Horas), Rogério Duarte (Identidade Musical), Luka (O Sonso) e Hélio Flanders, do Vanguart, um dos convidados.  

As notícias da repercussão da noite não param de chegar. Chamou-nos a atenção que um dos vídeos da noite, feito por Gigi Grasso (sempre ela!), foi parar no site francês da Aol: clique aqui para conferir.

A seguir, mais algumas fotos de Ezyê Moleda:

© Ezyê Moleda- Mais massa - los porongas e o sonso-7

Daniel Groove é o amplificador físico das emoções que correm nas canções do Sonso.

© Ezyê Moleda- Mais massa - los porongas e o sonso-4

Los Porongas receberam Hélio Flanders, que deixou ainda mais intenso o show dos acreanos

DSC02792

 Na foto de Gigi Grasso, Saulo Duarte e Diogo Soares confabulam e efabulam Projetos + Massa 

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

Primeira noite, primeiras repercussões: a geografia lendária do Projeto + Massa

Ninguém vai se esquecer da noite de abertura do + Massa, seja por tudo que ela representa na história das bandas e das pessoas envolvidas no projeto, seja pela pela qualidade dos espetáculos. Tudo conspirou para que a noite fosse perfeita, como de fato foi: os convidados e os amigos compareceram e tiveram participação mais que especial; o som tinha qualidade; os shows foram intensos – shows que, em todos os sentidos, fizeram o barulho necessário para mostrar a que vieram e o que pretendem as bandas envolvidas no Projeto + Massa.

Talvez não seja vão, portanto, redigir este post tentando reproduzir em palavras a energia criativa que irradiava da Livraria da Esquina na noite de quarta-feira. Arrisco dizer, em primeiro lugar, que a força que ardia no palco era tão poderosa que as vozes e os versos de Diogo Soares e Daniel Groove, bem como os arranjos dos Los Porongas e do Sonso, acabaram acordando o fantasma do escritor Mário de Andrade, que vaga solitário até hoje pelas bandas da Barra Funda, mais especificamente na Rua Lopes Chaves. Ele ouviu a bateria de Jorge Anzol, a guitarra de João, o baixo de Magrão e ficou se perguntando que canção era aquela, que vinha de uma livraria, mas que lembrava a amazônia e era tão urbana e paulista, tudo a um só tempo:

 

Pude ver o fantasma do poeta de relance, no espelhamento das portas de vidro, na entrada da Livraria da Esquina, em que se misturam grandes autores (como o próprio Mário de Andrade e Fernando Pessoa) outros fantasmas famosos (como Freddy Krueger), os integrantes das bandas do + Massa e o público que fuma do lado de fora:

Nbem_05aED_09_Ezye

Tentei pedir à fotógrafa Ezyê Moleda, colaboradora do projeto, que faz a cobertura fotográfica dos eventos, que tentasse registrar a visagem e a presença do poeta modernista. Em vão. Ele apagara o cigarro – estava apressado para entrar – e fora assistir ao show dos Los Porongas. Mário de Andrade não pôde acreditar, inicialmente, que um conjunto do Acre poderia fazer música urbana. Perdoei o escritor, porque ele não conhecia o conceito de urbanidade amazônica, explicado pelos Los Porongas no encarte do primeiro CD. Mais do que isso: Mário de Andrade ficou meio pirado quando descobriu (depois de perguntar a Ícaro, do Madame Saatan) que o moço de cabelo desarrumado que cantava com os Porongas não era paulistano. Mário de Andrade encantou-se com “Nada Além” – porque achou que aquela canção falava sobre São Paulo – e se deslumbrou com a participação de Hélio Flanders, do Vanguart:

E o poeta paulistano pensou assim: ao escrever Macunaíma, imaginou que as viagens desse herói pelo Brasil eram, no contexto do livro, uma forma de integrar e unificar a nossa “pátria tão despatriada”. Na obra prima de Mário de Andrade, Macunaíma voa pelo país com a ajuda de um tuiuiu, correndo distâncias enormes num bater de asas, numa geografia lendária que liberta o Brasil das contigências regionais e o integra de fato (interpretação que roubei da estudiosa Gilda de Mello e Souza). E o escritor ficou um pouco enciumado, porque percebeu que as bandas e os convidados do Projeto + Massa faziam exatamente isso, naquele momento: integravam o Brasil todo, em todas sonoridades e sotaques, na geografia lendária da canção, que está em todos os lugares.

Mas os ciúmes de Mário de Andrade não duraram nem num átimo de segundo, porque logo depois entrou O Sonso no palco, e Daniel Groove foi logo abrindo o jogo:

O Projeto + Massa é um bate-centro, aprendeu Mário de Andrade. Não é um projeto fechado, nem limita os participantes a proposta estéticas ou mercadológicas: a diversidade é o núcleo do + Massa. E o fantasma do poeta modernista ficou feliz, porque ele sempre soube que a vocação de São Paulo foi fazer fluir – vocação que estava perdida com as máquinas fordes chevrolés dodges, que deveriam fazer circular, mas que faziam a cidade parar. Mas brilhou a estrela de Daniel Groove, e o fantasma do poeta dançou e se emocionou com os “Retalhos de Cetim”, de Benito di Paula, na versão do Sonso, com Luka Schwab na guitarra, Klaus Sena no baixo, Felipe Maia na bateria e a participação de Marcelo Vourakis, tudo no vídeo acima.

O fantasma de Mário de Andrade cantou, riu, saiu pra fumar lá fora, bebeu, riu muito mais com as tiradas de Daniel Groove, e dançou animado com a participação de Saulo Duarte no show do Sonso:

E finalmente o fantasma do modernista se impressionou com o número coletivo, ao final, com Bruno Souto, do Volver, O Sonso e Los Porongas, no palco, na geografia lendária da canção:

Posso jurar que vi o fantasma de Mário de Andrade subir no palco e entoar, junto com Diogo Soares e Bruno Souto, os versos “Nada / Vai fazer com que eu / me desfaça de tudo…” – mas nossa tecnologia e nossa ciência ainda não conseguem captar de forma completa as vibrações e encontros dessa magnitude. Era preciso estar lá para ver.

Mário de Andrade abraçou os músicos e, antes de ir embora, acenou para Tiago Barizon, que lhe pediu que voltasse. O poeta sorriu e afirmou que numa noite como aquela, cada uma daquelas pessoas era uma estrela no céu, como ele e Macunaíma. O que se confirmou, quando vimos a nota que saiu no site do Cesar Giobbi:

clipping_mais_massa_cesar_giobbi_211009

Os registros e a divulgação da primeira noite do Projeto + Massa seriam impossíveis sem a contribuição inestimável de Aline Ridolfi, da Punksaravá, Camila Comte, Gigi Grasso, Fábio Cardelli, do Escárnio e Osso, e todos os funcionários da Livraria da Esquina, além da já citada fotógrafa Ezyê Moleda. As seis bandas e a Identidade Musical agradecem a todas essas pessoas, pois somente com elas o sonho do Projeto + Massa pode decolar.

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have Comments (3)

Foi dada a largada!

Ontem começamos a sequência de 4 noites, 4 quartas, que servirão como célula embrionária do projeto Mais Massa. Quem se apresentou ontem foram as bandas Los Porongas e O Sonso, contando com participações especiais e criando uma energia muito boa, que só pode ser o começo de alguma coisa que vai ser muito importante e muito gostosa de se fazer parte.

maismassa_450

Foto histórica! Em cima, João (Los Porongas), Diogo (Los Porongas), Carlos (O Jardim das Horas), Bruno (Volver), Giovana, Daniel Groove (O Sonso), Anzol (Los Porongas), Fernando (Volver), Kleber (Volver), Raphael (O Jardim das Horas), Saulo Duarte, Carlos Rogério (Identidade Musical) e Barizon (Identidade Musical) - foto de Ezyê Moleda

Os shows do Los Porongas e de O Sonso foram marcados pela participação de amigos que estão acreditando nessa nova experiência e na troca que tem que haver entre os artistas. Hélio Flanders, Raphael Haluli, Saulo Duarte e Marcelo Vourakis deram canjas memoráveis! Quer ver mais? Clique aqui.

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have Comments (2)

Conheça os convidados da primeira noite do + Massa

Estão confirmadas as participações para amanhã, na primeira noite do Projeto + Massa na Livraria da Esquina: nos shows de O Sonso e Los Porongas, contaremos com as participações de Hélio Flanders, do Vanguart, Raphael Haluli, da banda O Jardim das Horas, Marcelo Vourakis, do Supergalo, e Saulo Duarte.

Hélio Flanders é vocalista do Vanguart – uma das bandas independentes que mais têm se destacado no cenário nacional, com a gravação recente do DVD Multishow ao vivo. No vídeo abaixo, em entrevista com Thunderbird, no programa Thunderview do site Showlivre, Hélio relata a experiência intensa de chegada a São Paulo:

Raphael Haluli, da banda O Jardim das Horas, é um dos idealizadores do Projeto + Massa e vai fazer, com os Los Porongas, a versão de “Asa Branca” já apresentada anteriormente no Estúdio Showlivre e no Festival Varadouro 2009:

A apresentação dessa canção é um bom exemplo do que vai rolar nos espetáculos do Projeto + Massa: referente ao ambiente iminentemente rural, sertanejo, “Asa Branca” tornou-se um dos clássicos da canção brasileira. Mas, agora, as aflições inscritas na letra e nos arranjos da canção são reatualizados pelos Los Porongas – que acabam por urbanizar a canção, conferindo-lhe novos sentidos.

Além de Hélio Flanders e Raphael Haluli, a primeira noite do Projeto + Massa contará também com a participação de Marcelo Vourakis, da banda Supergalo, no vídeo abaixo com a canção “Bombando em Bagdá”:

Saulo Duarte também é um dos idealizadores do + Massa e participou do show da banda O Sonso, na última quinta-feira, em que aconteceu o primeiro espetáculo do projeto. No vídeo abaixo, Saulo Duarte e Unidade fazem “Além da Fé”:

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

Começa o Projeto + Massa em São Paulo: o trânsito e a cidade

Aconteceu quinta-feira à noite, 15 de outubro, no Zé Presidente, com a realização da produtora Punksaravá: depois da abertura dos Oneyedcats, de Clarah Averbuck e Reginaldo Lincoln, O Sonso deu o espetáculo de sempre, seguido de participações de Bruno Souto, do Volver, de Saulo Duarte e de Diogo Soares e Jorge Anzol, dos Los Porongas. Em outras palavras: foi a primeira de muitas apresentações do Projeto + Massa.

mais_massa_zepresidente_02 Não só a música, mas também as ideias correram soltas – e o Projeto + Massa vai ganhando, aos poucos, nuances de projeto e de sonho grande. A primeira delas diz respeito à liberdade criativa: quem teve a chance de aparecer no Zé Presidente pôde perceber que as composições dos integrantes do projeto transitam pelos diferentes gêneros e momentos da canção brasileira, numa postura antropofágica e dialógica, de recuperação da tradição da canção brasileira – mas também de sua inovação e atualização criativa.

É curioso que as seis bandas envolvidas no projeto não sejam de São Paulo, mas que tenham se encontrado e se integrado de forma mais consistente por aqui. O que levou, também, à seguinte formulação: o Projeto + Massa, iniciado na Paulicéia, também remete à história dessa cidade, na medida em que ela foi – e de certa forma é até hoje – cidade de trânsito.

mais_massa_zepresidente_01São Paulo era a cidade do trânsito, no passado, porque era mero ponto de passagem, intermediário entre os sertões desconhecidos – e depois desbravados – do interior e o litoral; São Paulo é a cidade do trânsito, hoje, exatamente porque os engarrafamentos não permitem que a capital paulista siga adiante em sua vocação: a de ser espaço de fluxo constante, de permeabilidade.

De certa forma, e em mais de um sentido, o Projeto + Massa atualiza a cidade: na medida em que é permeável às propostas diversas, as bandas que integram o projeto estão em trânsito criativo e artístico, contribuindo umas com as outras e com a cena paulistana – o + Massa é permeável às influências dela, já que haverá diversas participações de artistas paulistanos nos espetáculos que acontecerão na Livraria da Esquina.

Mais ainda: o trânsito em São Paulo, hoje, impede que as pessoas se encontrem – mas lembremos que trânsito deveria remeter ao deslocamento de um local para outro. Parece que tudo na cidade – até parece que a própria Cidade, numa personificação apavorante – conspira para que as pessoas não se vejam, não se integrem. E o Projeto + Massa corre em sentido oposto, fazendo que as propostas e as ideias circulem livremente, sem limitações de qualquer ordem.

mais_massa_zepresidente_03Uma ideia inerente ao projeto, portanto, é a proposta de ressignificar o trânsito e, por consequência, a cidade que o caracteriza: no contexto do Projeto + Massa, São Paulo recupera a vocação de ponto de passagem e de livre-trânsito, como espaço de fluência, circulação, permeabilidade e  liberdade.

Leia também o texto de Diogo Soares no blog dos Los Porongas, detalhando a proposta do Projeto + Massa. As fotos foram gentilmente cedidas por Giovana Sinhorini Grasso, a Gigi, mais uma entusiasta e colaboradora do + Massa.

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have Comments (2)

Mais Massa, primeira noite: Los Porongas e O Sonso

Na abertura do Projeto Mais Massa, a urbanidade amazônica dos Los Porongas, e a fusão MPB-brega-rock de O Sonso. Esperamos todos lá.

flyer_noite01_450

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have No Comments

O que é o Projeto Mais Massa

Seis bandas de fora de São Paulo, morando na capital paulista: esse foi o ponto de partida para a criação do Projeto Mais Massa. Em conversas informais, em encontros planejados nas casas de uns e outros, de passagem pelos camarins das casas noturnas e até nos backstages dos festivais independentes pelo Brasil, os integrantes de Los Porongas, Madame Saatan, O Jardim das Horas, O Sonso, Saulo Duarte e a Unidade e Volver perceberam que tinham em comum a residência recente em Sampa, com todas as maravilhas e agruras de morar nessa cidade.

A ideia do Projeto Mais Massa é ambiciosa e simples, ao mesmo tempo: duas das seis bandas se apresentam na mesma noite, ao longo de três semanas, apresentando as canções que compuseram ao longo de suas carreiras. Nessas apresentações, o público paulistano também terá a chance de perceber o diálogo entre as obras desses artistas, que contribuirão uns nos shows dos outros. Essa interação se completa com as participações de compositores e músicos paulistanos especialmente convidados e com uma quarta e última apresentação, em que integrantes das seis bandas fazem um show coletivo.

As noites do Projeto Mais Massa acontecem nas duas últimas quartas-feiras de outubro (21/10 e 28/10) e nas duas primeiras de novembro (04/11 e 11/11), na Livraria da Esquina, espaço que já tem se consagrado na noite paulistana por incentivar apresentações de bandas independentes. Localizada na Barra Funda, a casa fica a poucos minutos da estação de metrô – o que facilita o acesso a todos que quiserem assistir aos espetáculos do Projeto Mais Massa. Abaixo, o mapa do Google com a rota a pé, da Estação de Metrô até a Livraria da Esquina:
Exibir mapa ampliado

O primeiro show da noite vai começar sempre às 21h30, para que o último termine pouco depois da meia-noite: assim, todo mundo que precisar trabalhar cedinho na quinta pode ir para casa tranquilo. Quem puder esticar a noite com a gente pode ficar à vontade: toda noite depois dos shows, um DJ convidado agita a pista até um pouco mais tarde.

A seguir, o calendário do Projeto Mais Massa

21/10 – Los Porongas + O Sonso
28/10 – Jardim das Horas + Madame Saatan
04/11 – Saulo Duarte e a Unidade + Volver
11/11 – Show coletivo

posted by Identidade Musical in Uncategorized and have Comment (1)