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	<title>Projeto Mais Massa &#187; Ezyê Moleda</title>
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		<title>Mais Massa no CCRV: imagens de uma noite mágica</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 09, três bandas do Projeto Mais Massa &#8211; O Jardim das Horas, Los Porongas e O Sonso &#8211; se apresentaram no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena. Muitas atividades aconteceram naquela noite, além dos shows das três bandas: os artistas do projeto Nadiagonal fizeram uma intervenção e o Professor Mauro, figura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">No último dia 09, três bandas do <a href="http://www.maismassa.com.br" target="_blank">Projeto Mais Massa</a> &#8211; <a href="http://www.myspace.com/ojardimdashoras" target="_blank">O Jardim das Horas</a>, <a href="http://www.myspace.com/losporongas" target="_blank">Los Porongas</a> e <a href="http://www.myspace.com/osonso" target="_blank">O Sonso</a> &#8211; se apresentaram no <a href="http://www.centroculturalrioverde.com.br/site/" target="_blank">Centro Cultural Rio Verde</a>, na Vila Madalena. Muitas atividades aconteceram naquela noite, além dos shows das três bandas: os artistas do <a href="http://www.nadiagonal.com.br/" target="_blank">projeto Nadiagonal</a> fizeram uma intervenção e o Professor Mauro, figura lendária da cena musical paulistana, declamou poemas e contou histórias da canção brasileira, na primeira atividade da noite, intimista, com cara de sarau &#8211; o Centro Cultural Rio Verde propicia esse tipo de atividade, pois o espaço é confortável, harmônico e cercado de árvores. Confira as imagens de <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank">Ezyê Moleda</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/rdidentidademusical" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1667" title="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-59" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/©-Ezyê-Moleda-Mais-Massa-5-CCRV-59-300x200.jpg" alt="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-59" width="300" height="200" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>O Jardim das Horas: Carlos Gadelha, Beto Gibbs, Rapahel Haluli e Laya Lopes, no </em></strong><a href="http://www.centroculturalrioverde.com.br/site/quem-somos/circo/" target="_blank"><strong><em>circo</em></strong></a><strong><em>, um dos espaços aconchegantes e diferentes do </em></strong><a href="http://www.centroculturalrioverde.com.br/site/" target="_blank"><strong><em>Centro Cultural Rio Verde</em></strong></a><strong><em>. (Foto de <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank">Ezyê Moleda</a>)</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1669" title="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-15" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/©-Ezyê-Moleda-Mais-Massa-5-CCRV-15-200x300.jpg" alt="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-15" width="200" height="300" /><em><strong>O Sonso: Luka Schwab, o único homem vivo que consegue roubar, no palco, a cena de Daniel Groove, o próprio Daniel e Klaus Sena, no coreto do Centro Cultural Rio Verde</strong></em> <em><strong>(Foto de </strong></em><a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank"><em><strong>Ezyê Moleda</strong></em></a><em><strong>)</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1670" title="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-42" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/©-Ezyê-Moleda-Mais-Massa-5-CCRV-42-300x200.jpg" alt="© Ezyê Moleda- Mais Massa 5 - CCRV-42" width="300" height="200" /><strong><em>No palco do </em></strong><a href="http://www.centroculturalrioverde.com.br/site/quem-somos/estudio/" target="_blank"><strong><em>estúdio</em></strong></a><strong><em>, os Los Porongas: Márcio Magrão, Diogo Soares, Jorge Anzol e João Eduardo. (Foto de <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank">Ezyê Moleda</a>)</em></strong></p>
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		<title>Zé Presidente, primeira noite: Madame Saatan + Saulo Duarte e a Unidade + o convidado especial, Caldo de Piaba (AC)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para quem ainda não conhece, o Zé Presidente é uma casa noturna na Rua Cardeal Arcoverde, 1545, na Vila Madalena, um pouquinho depois do Cemitério São Paulo. O presidente do bar &#8211; que tem o nome de Zé, como todos os leitores devem imaginar &#8211; é o cão da imagem acima, verdadeiro proprietário, administrador e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-481 aligncenter" title="zepresidente" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/zepresidente1.jpg" alt="zepresidente" width="333" height="500" /></p>
<p>Para quem ainda não conhece, o <a href="http://www.myspace.com/zepresidente" target="_blank">Zé Presidente</a> é uma casa noturna na <a href="http://www.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=Rua+Cardeal+Arcoverde,+1545+s%C3%A3o+paulo&amp;sll=-14.179186,-50.449219&amp;sspn=76.096994,157.675781&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Cardeal+Arcoverde,+1545+-+Pinheiros,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05407-002&amp;z=16" target="_blank">Rua Cardeal Arcoverde, 1545, na Vila Madalena</a>, um pouquinho depois do Cemitério São Paulo. O presidente do bar &#8211; que tem o nome de Zé, como todos os leitores devem imaginar &#8211; é o cão da imagem acima, verdadeiro proprietário, administrador e curador dos eventos que rolam na casa. Com 95 anos humanos de idade, natural da rua, divorciado e bem-cuidado, Zé Presidente recebe, nas próximas quintas-feiras, as bandas do Projeto Mais Massa. Abaixo, o calendário com as datas já confirmadas:</p>
<p><strong><em>19/11 – Madame Saatan + Saulo Duarte e a Unidade + Caldo de Piaba (convidado especial)<br />
26/11 – Sonso + Volver<br />
03/12 – O Jardim das Horas + Los Porongas</em></strong></p>
<p> Ainda teremos shows nos dias <strong>10 e 17 de dezembro</strong>, mas ainda estamos preparando os detalhes e os convidados especiais. Siga acompanhando o blog para manter-se informado sobre as novidades a respeito dessas duas datas.<br />
 </p>
<h2 style="text-align: center;">Primeira noite:  Madame Saatan + Saulo Duarte e a Unidade + Caldo de Piaba, convidado especial do Acre</h2>
<p>Na primeira noite, Madame Saatan e Saulo Duarte e a Unidade fazem os números ligados ao Projeto Mais Massa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-435 aligncenter" title="Saulo01" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Saulo01.jpg" alt="Saulo01" width="553" height="368" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Saulo Duarte e a Unidade: Klaus Sena, Saulo Duarte, Beto Gibbs e João Leão (foto de Ezyê Moleda)</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignleft size-full wp-image-442" title="Madame_01" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Madame_01.jpg" alt="Madame_01" width="248" height="371" /></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-442" title="Madame_02" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Madame_02.jpg" alt="Madame_02" width="248" height="371" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Madame Saatan, nas fotos de Ezyê Moleda. À esquerda: Sammliz, Ivan Vanzar e Ed Guerreiro. À direita: Ícaro Suzuki. </strong></em></p>
<p>As sonoridades das bandas são diferentes, o que aumenta o interesse pelo evento e reforça a proposta de diálogo do projeto: enquanto o Madame transita pelo metal, fazendo correr as tradições populares do Pará no peso das guitarras, Saulo Duarte e a Unidade correm pelas melodias dançantes e pelas entoações figurativas da canção popular brasileira.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-454" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Caldo_de_Piaba" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Caldo_de_Piaba-150x150.jpg" alt="Caldo_de_Piaba" width="150" height="150" />Também vai ser digna de nota a participação mais que especial da <a href="http://www.myspace.com/caldodepiaba" target="_blank">banda Caldo de Piaba</a>, do Acre, terra dos Los Porongas. Diz o release dos caras que, segundo a fala popular, &#8220;Caldo de Piaba é um caldinho bem ralo, que é bom pra curar a ressaca. Moradores do alto rio Envira, no entanto, afirmam que se trata de uma delicatessen.Formado no final de 2008, o Caldo é um projeto idealizado por amigos que tem em comum o gosto pela mistura de ritmos e a vontade de experimentar com a música instrumental. Além das composições próprias, são apresentadas releituras de velhas canções populares. Nesse consistente <strong><em>Caldo</em></strong> quem conduz a melodia é a guitarra (como na lambada e na guitarrada paraense) e o teclado (como no blues e em músicas populares brasileiras, o “brega”) que ainda se encontram com a bateria e o baixo inspirados no funk, no ska e no samba-rock. Isso tudo misturado com um toque de psicodelia, com uma certa liberdade de improviso, e com o que mais for surgindo. Esse é o pano de fundo das composições do Caldo de Piaba que vem conquistando seu espaço no cenário da música acreana. Em um ano de trajetória, a banda já rodou o interior do Acre a bordo de uma Kombi, levando seu show para praças e coretos. Se apresentou também em festivais independentes como o Varadouro e Grito Rock (Rio Branco-AC) e Calango (Cuiabá-MT)&#8221;:</p>
<p><span style="font-size: xx-small; color: #999999; font-family: Verdana;"><br />
<a style="font: Verdana" href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;videoid=52057882">O CALDO!</a><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=52057882,t=1,mt=video" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="360" src="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=52057882,t=1,mt=video" allowfullscreen="true" wmode="transparent"></embed></object><br />
<a style="font: Verdana" href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&amp;friendid=450415697">Caldo de Piaba</a> | <a style="font: Verdana" href="http://vids.myspace.com ">MySpace Video</a></span></p>
<p>Trata-se de uma receita e tanto: temperar Mais Massa com Caldo de Piaba. Até quinta!</p>
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		<title>Essas canções</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira temporada do Projeto Mais Massa na Livraria da Esquina terminou ontem, com o esperado Show Coletivo: Volver, Madame Saatan, O Sonso, Saulo Duarte e a Unidade, O Jardim das Horas e Los Porongas, nessa ordem, seguidos pelo projeto Oldcats, fizeram a festa, partilharam palco e canções, homenagens e lágrimas.
O curioso foi que, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira temporada do Projeto Mais Massa na Livraria da Esquina terminou ontem, com o esperado Show Coletivo: Volver, Madame Saatan, O Sonso, Saulo Duarte e a Unidade, O Jardim das Horas e Los Porongas, nessa ordem, seguidos pelo projeto Oldcats, fizeram a festa, partilharam palco e canções, homenagens e lágrimas.</p>
<p>O curioso foi que, na segunda-feira, recebi um email com o endereço eletrônico <em>fantasmadomario@gmail.com</em> e com o título &#8220;<em>Carta pros Mais Massas</em>&#8221; que dizia o seguinte:</p>
<p>&#8220;<em><strong>Ao mui querido cronista do Projeto Mais Massa:</strong></em></p>
<p><em><strong>Não lhe terá surpreendido pouco receber esta mensagem &#8211; por este meio que os homens de seu tempo chamam de virtual &#8211; de um autor já defunto. Tenho certeza de que hei de surpreendê-lo ainda mais quando afirmar que lhe escrevo para confirmar presença nesse seu evento Mais Massa. </strong></em></p>
<p><em><strong>Chamei Manu Bandeira, mas ele acostumou-se à pensãozinha burguesa do céu e não quer ir. Chamei Machado, mas ele disse que tinha medo de se deixar tomar pelas canções e perder a compostura. Chamei Alencar, mas ele já tinha ido visitar Iracema, em Mecejana, inspirado pelas canções d&#8217;O Jardim das Horas. Chamei Oswaldo, mas ele disse que deixava pra uma próxima. </strong></em></p>
<p><em><strong>Ora, a falta de companhia não me arranha as convicções do espírito não. Vou nesse show coletivo e, se eu não fosse ectoplasma, gravava tudo que acontece nesses espetáculos e incluía nos registros da </strong></em><a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/revistas_link.cfm?Edicao_Id=256&amp;Artigo_ID=3968&amp;IDCategoria=4377&amp;reftype=2" target="_self"><em><strong>Missão de Pesquisas Folclóricas</strong></em></a><em><strong>. Ou não. Na verdade, nunca pesquisei canções que não fossem folclóricas &#8211; e esses Mais Massas é que foram me acordar lá céu, com essas melodias, essas letras, esses arranjos, essas canções, toda essa arte. E esses Mais Massas demostraram um troço que eu já tinha escrito no </strong></em><a href="http://www.ufrgs.br/cdrom/mandrade/mandrade.pdf" target="_blank"><em><strong>Ensaio sobre a Música Brasileira</strong></em></a><em><strong>: música brasileira &#8211; me corrijo, e escrevo canção brasileira - não precisa ser exótica pra ser boa e brasileira. </strong></em></p>
<p><em><strong>Aviso já: prepara os Mais Massas para um poema que vou ler, no palco, dedicado a esse Tiago Barizon, que dizem que entende mais de música do que eu. Aqui no além os manda-chuvas nos deixam aparecer entre os vivos umas poucas vezes ao longo de toda a eternidade. Vou gastar meu tempo aí com vocês. Não vão me decepcionar. </strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Ci, a Mãe do Mato, protege todos vocês!</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>O Ectoplasma Literário, Mário de Andrade</strong></em>&#8220; </p>
<p style="text-align: left;">Os organizadores do Projeto Mais Massa não puderam dizer não, e abriram espaço para o fantasma, que apareceu antes do show dos Los Porongas. Algumas imagens da noite e o poema escrito pelo ectoplasma seguem abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignright size-full wp-image-394" title="Show_coletivo05" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Show_coletivo05.jpg" alt="Show_coletivo05" width="266" height="400" /><img class="alignleft size-full wp-image-392" title="Show_coletivo01" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Show_coletivo01.jpg" alt="Show_coletivo01" width="266" height="400" /></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><em><strong>Na foto à esquerda: Laya Lopes, (O Jardim das Horas), Sammliz (Madame Saatan), Diogo Soares (Los Porongas) e Gigi Grasso, de volta aos palcos. À direita: nem o gesso consegue fazer Daniel Groove parar de compor e de emocionar o público</strong></em></p>
<p align="center"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-397" title="Show_coletivo06" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Show_coletivo06.jpg" alt="Show_coletivo06" width="500" height="333" /></strong></p>
<p align="center"><em><strong>Daniel Groove e Saulo Duarte são dupla garantida nos palcos do Projeto Mais Massa. </strong></em></p>
<p align="center"><em><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-393" title="Show_coletivo02" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Show_coletivo02.jpg" alt="Show_coletivo02" width="500" height="333" /></strong></em></p>
<p align="center"><em><strong>Bruno, do Volver, toca com Los Porongas. Abaixo, o poema declamado pelo fantasma de Mário de Andrade.</strong></em></p>
<p align="center"><strong>Canção daqui</strong><strong> </strong></p>
<p align="right"><em>É o comportamento físico que materializa as contradições entre indivíduo e massa. E é claro que o indivíduo só pode ser alcançado por meio da massa.</em></p>
<p align="right">Adaptado do primeiro texto do livro<em> <a href="http://www.companhiadolatao.com.br/html/publicacoes/teatrodia.html" target="_blank">Introdução ao teatro dialético – experimentos da Companhia do Latão</a></em><a href="http://www.companhiadolatao.com.br/html/publicacoes/teatrodia.html" target="_blank">, de Sérgio de Carvalho</a></p>
<p align="right"><em>Para Tiago Barizon</em></p>
<p style="text-align: left;">Na geografia lendária da canção<br />
não há Rio Branco, Belém do Pará,<br />
Recife ou Fortaleza<br />
                                               Há beleza</p>
<p>Gosto do sabor adocicado das areias, das ondas do mar sagrado,<br />
de onde quer que seja,<br />
e me recuso à procura aqui ou acolá – eu sei lá! –<br />
do exílio exuberante de quem está de fora.</p>
<p>Aqui não tem exílio, bizarria gritante ou<br />
luneta européia que inverte o cruzeiro<br />
numa bandeira às avessas.</p>
<p>Na geografia lendária da canção<br />
nada precisa dar certo –<br />
aqui é o bate-centro do igarapé<br />
Tietê, Amazonas, Capibaribe, São Francisco<br />
Rio Vermelho ou azul, rio escuro,<br />
que me importa?<br />
O fumacê da marginal e do poeta marginal recendem a poesia<br />
Sintonia fina em que iracemas<br />
                                               Vivam todas elas!<br />
Assumem formas disformes de etnia obscura<br />
tarjada de povos que já não são senão estes aqui!</p>
<p>A geografia lendária da canção<br />
faz curvas melódicas na estrada de Santos<br />
porque não precisa dar em lugar nenhum<br />
e aí alcança todos os lugares, de trem ou de avião.</p>
<p>Mas não tem luz mais aqui – onde?<br />
– eu nunca fui sócio da light – eu pago não pago minhas contas –<br />
E as estrelas ficam querendo brilhar<br />
– bruxuleia um céu vermelho no ABC, é o que dizem os desesperados,<br />
e vibra musical o horizonte do João em Jundiaí, é o que me noticia o pai –</p>
<p>E aqui as estrelas insistem em brilhar – só eu vejo?<br />
Não apareceu na Veja?</p>
<p>(E o Rio Tietê, onde me leva?<br />
Sarcástico, ele me proíbe as praias e o mar,<br />
me leva pra Itaipu e Furnas mortas, desligadas<br />
é insistente turrão paulista que me leva pras tempestades humanas.</p>
<p>Na geografia lendária da canção, onde vai desaguar esse rio?<br />
Eu não sei<br />
Talvez na fremente celebração do Universal?<br />
Talvez leve à breca o destino do poeta?<br />
Talvez aos tempos de antes de eu nascer?<br />
Talvez num tiquinho de fatalidade do progresso?<br />
Talvez num sentimento pachorrento de ganhar dinheiro, de comer e de dormir?)</p>
<p>Eu não sei, ninguém não sabe.<br />
E o futuro talvez seja mesmo o refrigerante plástico com gosto de cola<br />
que nos deixa a todos melancólicos histéricos.</p>
<p>                É mentira!<br />
Não faltam aqui os estimulantes afetivos de ordem moral<br />
Nem os de atividade mental.</p>
<p>Na geografia lendária da canção não tem guerra ou paz<br />
                                               Tem amor – e o amor aconteceu<br />
Não tem tempo, tudo está escuro<br />
porque existe um ser sensível por trás de toda voz que entoa, querida<br />
– e eu preciso te contar da minha vida, do meu amor de piração –<br />
aqui tem ebós, matintas, cruzes.<br />
A cidade – que cidade é esta? – que<br />
só dança quando passa a última vela<br />
e no aqui completo, escuro, vejo a claridade do que é real<br />
Eu sei lá!<br />
Tão perto, por onde for tão certo<br />
Sigo rumo ao Cruzeiro.</p>
<p><img class="alignleft size-large wp-image-398" title="mario_de_andrade_02" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/mario_de_andrade_02-520x1024.jpg" alt="mario_de_andrade_02" width="175" height="344" /><img class="alignright size-full wp-image-399" title="Ectoplasma_01" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/Ectoplasma_01.jpg" alt="Ectoplasma_01" width="213" height="320" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><em><strong>À esquerda: Mário de Andrade, na época em que ainda não tinha virado estrelinha lá no céu. À direita: o fantasma do escritor, declamando a &#8220;Canção daqui&#8221;, escrita especialmente para o Projeto Mais Massa.</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Todas as fotos de <a href="http://www.myspace.com/walbenny">Bernie Walbenny</a>, exceto a de Mário de Andrade, à esquerda. Veja outras fotos da noite <a href="http://www.flickr.com/photos/bernie_w" target="_blank">clicando aqui</a>. Logo mais, a fotógrafa Ezyê Moleda publicará outras fotos no blog de fotos do Projeto Mais Massa: <a href="http://www.maismassa.wordpress.com">www.maismassa.wordpress.com</a></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os mares, os ares e os sóis que sopram e fazem Mais Massa</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada, a estréia do Projeto + Massa acabou despertando o fantasma do poeta modernista Mário de Andrade, que visitou a Livraria da Esquina e acabou revendo e renovando o Brasil que conhecia, lá das primeiras décadas do século XX &#8211; que já ficou velhinho, já completou cem anos, já virou &#8220;século passado&#8221; faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, <a href="http://identidademusical.com.br/bda/2009/10/23/primeira-noite/" target="_blank">a estréia do Projeto + Massa acabou despertando o fantasma do poeta modernista Mário de Andrade</a>, que visitou a <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br" target="_blank">Livraria da Esquina</a> e acabou revendo e renovando o Brasil que conhecia, lá das primeiras décadas do século XX &#8211; que já ficou velhinho, já completou cem anos, já virou &#8220;século passado&#8221; faz tempo. Ainda bem.</p>
<p>Acontece que não dá pra fazer canção no Brasil sem dialogar com as estrelinhas que hoje moram lá no céu, mas que já foram gente que nem nós. E o projeto + Massa tem mesmo essa capacidade de ficar retomando, e despertando, e ressignificando a música e a literatura brasileira. Foi assim na primeira noite e foi assim também na segunda, cada uma à sua maneira, mas ambas fazendo correrem livremente os tempos e as épocas, as regiões e as geografias. Quem esteve na Livraria da Esquina na quarta à noite teve a chance de sentir o clima encantado que se estabeleceu por lá. Não é à toa: as seis bandas estão realizando sonhos e vivendo a arte naquele palco.<strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-266" title="prévia-104" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-1041.jpeg" alt="prévia-104" width="453" height="302" />O Jardim das Horas: Beto Gibbs (bateria), Laya Lopes (voz), Carlos Gadelha (guitarra e programação) e Raphael Haluli (baixo) </em></strong></p>
<p>Tudo começou com a apresentação d&#8217;<a href="http://www.myspace.com/ojardimdashoras" target="_blank">O Jardim das Horas</a>, com a presença do mais novo integrante &#8211; e o único que não saiu do palco ao longo dos dois espetáculos da noite: Beto Gibbs. Quem conhece as composições e os espetáculos da banda sabe que O Jardim das Horas <em>chama aos sentidos do público: </em>além da música, que ocupa energeticamente o ambiente inteiro, recheando-o das vibrações positivas das letras e das sonoridades, as luzes incidem sobre os integrantes, fazendo que a energia que arde no palco irradie longe. E a expressão <em>o show ferve </em>pode ser tomada no sentido literal, sem metáforas. Audição, visão, tato: O Jardim das Horas faz um dos mais sensíveis espetáculos do + Massa.</p>
<p>E as vibrações vão tão longe, e as canções dialogam com tantas  referências &#8211; rock, trip-hop, reggae, música popular brasileira, música para meditação -, que O Jardim das Horas, banda cearense, acabou acordando o espectro de seu conterrâneo literário mais célebre: José de Alencar, que vagou um pouco tenso pela Livraria da Esquina, sem entender bem, no início, o que se passava por ali.</p>
<p>A sorte - sorte mesmo &#8211; é que o fastasma de Mário de Andrade também apareceu e explicou a Alencar o que acontecia, dispensando Tiago Barizon da tarefa. Todo mundo sabe que Barizon conhece tudo de música &#8211; mas daí a explicar a um fantasma do século XIX o que aconteceu desde <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Guarani_(%C3%B3pera)">a ópera <em>O Guarani</em>, de  Carlos Gomes</a>, até <em>O Quarto das Cinzas</em> d&#8217;O Jardim das Horas ia ser meio trabalhoso. Tarefa de escritor para escritor, de crítico musical e ex-diretor de departamento de cultura para ex-Ministro da Justiça. Alencar e Mário sentaram no canto, pediram uma cachaça cada e o modernista atualizou o romântico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-268" title="prévia-086" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-0861.jpeg" alt="prévia-086" width="453" height="302" />  <strong><em>Ícaro Suzuki, baixista do Madame Saatan, banda que se apresentará na próxima quarta-feira, e Tiago Barizon, DJ e produtor musical, se livraram da árdua tarefa de explicar o que é um metaleiro ao fantasma do escritor José de Alencar</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">E Mário de Andrade explicou assim a José de Alencar: que a palavra &#8220;Barizon&#8221; não significa &#8220;metaleiro maltrapilho e embriagado&#8221;, como explicara Daniel Groove na porta da Livraria da Esquina. José de Alencar não acreditou. Depois: o poeta paulista explicou ao romancista cearense que o livro <em>Iracema </em>tinha, de certa forma, envelhecido, porque, nessa obra, o país e o povo novo que surgem são filhos da dor. E que naquele Projeto Mais Massa não tinha nem sangue, nem dor, nem dominação de um povo sobre outro, muito menos animosidades entre o sudeste e os estados do norte e do nordeste. Nada disso nem não  havia, falou desse jeito, com essas tantas exatas palavras, o espectro de Mário de Andrade. E como Alencar ficou assim muito sarapantado, o paulistano disse a ele que prestasse atenção ao espetáculo: </p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-269" title="prévia-130" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-1301.jpeg" alt="prévia-130" width="453" height="302" />Diogo Soares, dos Los Porongas, e Laya Lopes, d&#8217;O Jardim das Horas, fazem a Livraria da Esquina recender a poesia e a Brasil. &#8220;É um espetáculo sinestésico&#8221;, declarou o fantasma de Mário de Andrade. No + Massa cabe o Brasil inteiro, porque é espaço lendário da canção brasileira.</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">E Alencar perguntou como era isso, que história era essa de um moço se chamando Diogo Soares cantar nos shows de todas as bandas, se ele era de um lugar que o próprio Alencar sequer imaginava que existia. E Mário de Andrade respondeu que o estado do Acre praticamente <em>brigara para ser brasileiro</em> &#8211; mais ou menos o que todos os artistas estavam fazendo ali, naquele exato momento.</p>
<p style="text-align: left;">E nessa hora Alencar começou a acreditar em tudo que o paulistano dizia, porque as vibrações que vinham do palco começaram a tomá-lo de assalto &#8211; e ele se lembrou dos <a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Alencar" target="_blank">&#8220;verdes mares bravios&#8221; de sua terra natal</a>, mas percebeu que não precisava chamá-los de uma forma assim tão empolada, bastava que fosse respeitosa, como &#8220;Ondas do mar sagrado&#8221;, que ele estava doido pra visitar. </p>
<p style="text-align: left;">Quando senão quando o fantasma de Mário de Andrade deu uma grande gargalhada: e era porque José de Alencar, todo na estica, de terno e gravata, estava dançando, no mei0 das pessoas do século XXI. Alencar estava nostálgico, lembrando do mar sagrado, dos ares e do sol quente do Ceará, cujo hálito ele poderia sentir ali. E Mário lhe explicou que era porque o show d&#8217;O Jardim das Horas era sinestésico. Mário de Andrade era feiticeiro.    </p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-270" title="prévia-085" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-0851.jpeg" alt="prévia-085" width="517" height="345" />O público da Livraria da Esquina e o fantasma de José de Alencar dançam no ritmo d&#8217;O Jardim das Horas. O espectro do escritor está à direita, de terno, gravata e barba longa.</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">Mas não foi só isso. Alencar se divertiu com O Jardim das Horas, com a participação de Bruno Souto, que cantou &#8220;Viciante&#8221;, e se impressionou.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LM4iqJlYzDg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/LM4iqJlYzDg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E era porque ele Alencar, estrelinha já brilhante no céu, Bruno Souto e Daniel Groove, de certa forma, se pareciam. E era como se os meninos do Volver e d&#8217;O Sonso prestassem uma homenagem a um dos pais da identidade brasileira, que o + Massa também quer ajudar a construir:</p>
<p><img class="size-full wp-image-272 alignleft" title="Alencar" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/Alencar.jpg" alt="Alencar" width="150" height="162" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-274 alignright" title="prévia-145" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-145.jpeg" alt="prévia-145" width="158" height="134" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-273 aligncenter" title="prévia-550" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-550.jpeg" alt="prévia-550" width="210" height="140" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>José de Alencar, Daniel Groove, d&#8217;O Sonso, e Bruno Souto, que fez &#8220;Viciante&#8221; com O Jardim das Horas: barbas austeras de quem fez e faz a história da cultura brasileira</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"> Alencar já estava embriagado de cachaça e de Brasil do século XXI, quando Saulo Duarte e a Unidade subiram no palco. E aí foi aquela festa: Alencar dançou com as meninas que estavam lá, ao som da banda, tomou uma câmera das mãos de Diogo Soares, que por sua vez a havia tomado de Gigi Grasso e descobriu que o amor do século XXI não era de <em>perdição, mas de piração:</em></p>
<p><em><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xy3k4sazzxg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/xy3k4sazzxg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></em></p>
<p>E foi bonito ver aquele fantasma pular, e cantar, e se empolgar. Alencar disse a Tiago Barizon que tinha gostado da letra da canção de Saulo Duarte porque via nela um traço dos sonhos amorosos que ele próprio, ectoplasma literário, havia sonhado na época do Romantismo. Alencar aprendeu que &#8220;Amor de piração é veneno / corre na veia solto e quando foi já viu / nem percebeu&#8221; e concluiu, todo pensamentoso: que no século XXI o amor era veneno, mas que não era nocivo, e que uma das capacidades estéticas do moço jovem que cantava era <em>a ressignificação do amor</em>. </p>
<p>E o fantasma cearense perguntou ao <a href="http://escarnioeosso.wordpress.com/" target="_blank">poeta tinhoso e jornalista gonzo Pedro Pracchia, do coletivo Escárnio e Osso</a>, se o Brasil e o mundo tinham mudado pra melhor, se dava pra contar às estrelinhas lá do céu que havia esperança. Pedro respondeu que Saulo já tinha respondido: &#8220;apesar da crise do mal-estar e do momento / não podemos esquecer que ainda há muito o que correr / e que sonhar acalma o peito e me faz ver você sorrindo&#8221;, versos em que as imagens da mulher amada estão amalgamadas às da ressignificação do Brasil e do mundo.</p>
<p>Nessa hora, Alencar deu uma grande gargalhada e percebeu, então, que o amor continua inspirando os sonhos das ações concretas na realidade, que continuam inspirando mais amor. E que, portanto, <em>Iracema </em>e ele próprio não tinham envelhecido tanto assim. Porque as letras e as composições de Saulo Duarte e a Unidade são todas iluminadas pelo amor, que orienta os mares, os ares &#8211; e principalmente o sol: &#8221;De que lado que o sol nasce / na praça do pôr do sol? / Não me pergunto mais / Ele vem quando você começa a sorrir&#8221;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/d2v5dWsjv3M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/d2v5dWsjv3M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E na parte do &#8221;chalalalaialailaiá&#8221;, no final, os ectoplasmas literários, agora mais visíveis devido ao calor que emanava das pingas que haviam tomado e das vibrações sonoras que haviam absorvido, cantaram junto com o público, porque haviam percebido que mais uma paisagem, antes paulistana, depois cearense e paraense, agora brasileira, se inscrevia na geografia lendária da nossa canção: a Praça do Pôr do Sol, que nasce de todos os lados, pra todas as gentes, percorrendo as curvas da estrada de Santos:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WbimS7ED1aM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/WbimS7ED1aM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E como Alencar estava assim muito marupiara, afogado num porre mãe, o paulistano Mário apontou Fábio Cardelli, também catimbozeiro, paulista e vocalista dos <a href="http://www.visitantes.mus.br/" target="_blank">Visitantes</a>, que fazia participação histórica: ela significava que, da mesma forma que nas canções sinestésicas d&#8217;O Jardim das Horas e nas canções de amor de Saulo Duarte, havia espaço para todos os sotaques brasileiros no Projeto + Massa.</p>
<p><em><strong>Todas as imagens de <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank">Ezyê Moleda</a>; todos os <a href="http://www.youtube.com/user/giovanagrasso">vídeos de Gigi Grasso</a>, um deles com a contribuição de Diogo Soares e do fantasma de José de Alencar.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Imagens da segunda noite</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ezyê Moleda]]></category>
		<category><![CDATA[Laya Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Duarte]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotógrafa Ezyê Moleda segue cobrindo as noites do Projeto + Massa na Livraria da Esquina, e disponibilizou algumas imagens tratadas da noite de quarta neste link. Para dar um gostinho, os dois vocalistas da noite, Saulo Duarte e Laya Lopes:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fotógrafa Ezyê Moleda segue cobrindo as noites do Projeto + Massa na Livraria da Esquina, e disponibilizou algumas <a href="http://www.flickr.com/photos/ezye_moleda/sets/72157622693419654/" target="_blank">imagens tratadas da noite de quarta neste link</a>. Para dar um gostinho, os dois vocalistas da noite, Saulo Duarte e Laya Lopes:</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-260" title="prévia-115" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-1151.jpeg" alt="prévia-115" width="257" height="389" /><img class="size-full wp-image-262 alignleft" title="prévia-498" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/prévia-4981.jpeg" alt="prévia-498" width="257" height="389" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Primeira noite, primeiras repercussões: a geografia lendária do Projeto + Massa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 03:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Identidade Musical</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém vai se esquecer da noite de abertura do + Massa, seja por tudo que ela representa na história das bandas e das pessoas envolvidas no projeto, seja pela pela qualidade dos espetáculos. Tudo conspirou para que a noite fosse perfeita, como de fato foi: os convidados e os amigos compareceram e tiveram participação mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém vai se esquecer da noite de abertura do + Massa, seja por tudo que ela representa na história das bandas e das pessoas envolvidas no projeto, seja pela pela qualidade dos espetáculos. Tudo conspirou para que a noite fosse perfeita, como de fato foi: os convidados e os amigos compareceram e tiveram participação mais que especial; o som tinha qualidade; os shows foram intensos &#8211; shows que, em todos os sentidos, fizeram o barulho necessário para mostrar a que vieram e o que pretendem as bandas envolvidas no Projeto + Massa.</p>
<p>Talvez não seja vão, portanto, redigir este post tentando reproduzir em palavras a energia criativa que irradiava da Livraria da Esquina na noite de quarta-feira. Arrisco dizer, em primeiro lugar, que a força que ardia no palco era tão poderosa que as vozes e os versos de Diogo Soares e Daniel Groove, bem como os arranjos dos Los Porongas e do Sonso, acabaram acordando o fantasma do escritor Mário de Andrade, que vaga solitário até hoje pelas bandas da Barra Funda, mais especificamente na Rua Lopes Chaves. Ele ouviu a bateria de Jorge Anzol, a guitarra de João, o baixo de Magrão e ficou se perguntando que canção era aquela, que vinha de uma livraria, mas que lembrava a amazônia e era tão urbana e paulista, tudo a um só tempo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z8iIgTj8MJM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Z8iIgTj8MJM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"> </embed></object></p>
<p>Pude ver o fantasma do poeta de relance, no espelhamento das portas de vidro, na entrada da Livraria da Esquina, em que se misturam grandes autores (como o próprio Mário de Andrade e Fernando Pessoa) outros fantasmas famosos (como Freddy Krueger), os integrantes das bandas do + Massa e o público que fuma do lado de fora:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-193" title="Nbem_05aED_09_Ezye" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/Nbem_05aED_09_Ezye1.jpg" alt="Nbem_05aED_09_Ezye" width="400" height="267" /></p>
<p>Tentei pedir à <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/" target="_blank">fotógrafa Ezyê Moleda</a>, colaboradora do projeto, que faz a cobertura fotográfica dos eventos, que tentasse registrar a visagem e a presença do poeta modernista. Em vão. Ele apagara o cigarro &#8211; estava apressado para entrar &#8211; e fora assistir ao show dos Los Porongas. Mário de Andrade não pôde acreditar, inicialmente, que um conjunto do Acre poderia fazer música urbana. Perdoei o escritor, porque ele não conhecia o conceito de urbanidade amazônica, explicado pelos Los Porongas no encarte do primeiro CD. Mais do que isso: Mário de Andrade ficou meio pirado quando descobriu (depois de perguntar a Ícaro, do Madame Saatan) que o moço de cabelo desarrumado que cantava com os Porongas não era paulistano. Mário de Andrade encantou-se com &#8220;Nada Além&#8221; &#8211; porque achou que aquela canção falava sobre São Paulo &#8211; e se deslumbrou com a participação de Hélio Flanders, do Vanguart:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hsq1otfSGs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/hsq1otfSGs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E o poeta paulistano pensou assim: ao escrever <em>Macunaíma</em>, imaginou que as viagens desse herói pelo Brasil eram, no contexto do livro, uma forma de integrar e unificar a nossa &#8220;pátria tão despatriada&#8221;. Na obra prima de Mário de Andrade, Macunaíma voa pelo país com a ajuda de um tuiuiu, correndo distâncias enormes num bater de asas, numa <em>geografia lendária que liberta o Brasil das contigências regionais e o integra de fato </em>(interpretação que roubei da estudiosa Gilda de Mello e Souza). E o escritor ficou um pouco enciumado, porque percebeu que as bandas e os convidados do Projeto + Massa faziam exatamente isso, naquele momento: integravam o Brasil todo, em todas sonoridades e sotaques, na <em>geografia lendária da canção</em>, que está em todos os lugares.</p>
<p>Mas os ciúmes de Mário de Andrade não duraram nem num átimo de segundo, porque logo depois entrou O Sonso no palco, e Daniel Groove foi logo abrindo o jogo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jxQOcSY5A4U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/jxQOcSY5A4U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>O Projeto + Massa é um bate-centro, aprendeu Mário de Andrade. Não é um projeto fechado, nem limita os participantes a proposta estéticas ou mercadológicas: a diversidade é o núcleo do + Massa. E o fantasma do poeta modernista ficou feliz, porque ele sempre soube que a vocação de São Paulo foi fazer fluir &#8211; vocação que estava perdida com as máquinas fordes chevrolés dodges, que deveriam fazer circular, mas que faziam a cidade parar. Mas brilhou a estrela de Daniel Groove, e o fantasma do poeta dançou e se emocionou com os &#8220;Retalhos de Cetim&#8221;, de Benito di Paula, na versão do Sonso, com Luka Schwab na guitarra, Klaus Sena no baixo, Felipe Maia na bateria e a participação de Marcelo Vourakis, tudo no vídeo acima.</p>
<p>O fantasma de Mário de Andrade cantou, riu, saiu pra fumar lá fora, bebeu, riu muito mais com as tiradas de Daniel Groove, e dançou animado com a participação de Saulo Duarte no show do Sonso:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7_dmLhdFyI8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/7_dmLhdFyI8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E finalmente o fantasma do modernista se impressionou com o número coletivo, ao final, com Bruno Souto, do Volver, O Sonso e Los Porongas, no palco, na geografia lendária da canção:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BslUVZrbej8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/BslUVZrbej8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Posso jurar que vi o fantasma de Mário de Andrade subir no palco e entoar, junto com Diogo Soares e Bruno Souto, os versos &#8220;Nada / Vai fazer com que eu / me desfaça de tudo&#8230;&#8221; &#8211; mas nossa tecnologia e nossa ciência ainda não conseguem captar de forma completa as vibrações e encontros dessa magnitude. Era preciso estar lá para ver.</p>
<p>Mário de Andrade abraçou os músicos e, antes de ir embora, acenou para Tiago Barizon, que lhe pediu que voltasse. O poeta sorriu e afirmou que numa noite como aquela, cada uma daquelas pessoas era uma estrela no céu, como ele e Macunaíma. O que se confirmou, quando vimos a nota que saiu no <a href="www.cesargiobbi.com.br">site do Cesar Giobbi</a>:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-190" title="clipping_mais_massa_cesar_giobbi_211009" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/10/clipping_mais_massa_cesar_giobbi_211009.jpg" alt="clipping_mais_massa_cesar_giobbi_211009" width="606" height="738" /></p>
<p><em>Os registros e a divulgação da primeira noite do Projeto + Massa seriam impossíveis sem a contribuição inestimável de <a href="www.youtube.com/punksarava" target="_blank">Aline Ridolfi, da Punksaravá</a>, Camila Comte, <a href="http://www.youtube.com/user/giovanagrasso" target="_blank">Gigi Grasso</a>, <a href="http://escarnioeosso.wordpress.com/" target="_blank">Fábio Cardelli, do Escárnio e Osso</a>, e todos os funcionários da <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br/" target="_blank">Livraria da Esquina</a>, além da já citada fotógrafa Ezyê Moleda. As seis bandas e a Identidade Musical agradecem a todas essas pessoas, pois somente com elas o sonho do Projeto + Massa pode decolar.</em></p>
]]></content:encoded>
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