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	<title>Blog da Identidade Musical &#187; Anacrônica</title>
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		<title>Anacrônica Disponibiliza Música Inédita para Download</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 11:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barizon</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/09/29/anacronica-disponibiliza-musica-inedita-para-download/' addthis:title='Anacrônica Disponibiliza Música Inédita para Download'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Tardes em Guadalajara é lançada em parceria com a Mundo Livre FM de Curitiba. A convite da Rádio Mundo Livre FM de Curitiba, a Anacrônica gravou no inverno deste ano uma música inédita para o lançamento do CD de comemoração dos 3 anos do programa &#8220;Acústico Mundo Livre&#8221;.O resultado disto é a canção &#8220;Tardes em [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/09/29/anacronica-disponibiliza-musica-inedita-para-download/' addthis:title='Anacrônica Disponibiliza Música Inédita para Download' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4222" href="http://identidademusical.com.br/blog/2011/06/03/anacronica-prepara-novo-material/anacronica-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4222" title="anacronica" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/anacronica.jpg" alt="" width="500" height="333" /> </a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tardes em Guadalajara é lançada em parceria com a Mundo Livre FM de Curitiba.</strong></p>
<p>A convite da <a href="http://www.mundolivrefm.com.br/" target="_blank">Rádio Mundo Livre FM</a> de Curitiba, a Anacrônica gravou no inverno deste ano uma música inédita para o lançamento do CD de comemoração dos 3 anos do programa &#8220;Acústico Mundo Livre&#8221;.O resultado disto é a canção &#8220;Tardes em Guadalajara&#8221;, registrada em formato acústico no <a href="http://www.nicosstudio.com.br/nicosstudio/Home.html" target="_blank">Nico&#8217;s Studio</a>. Sua gravação contou com a participação de Adriano Antunes no charango &#8211; instrumento boliviano &#8211; e Marielle Loyola nos backing vocals.</p>
<p>O disco trata-se de uma coletânea com dezessete bandas de Curitiba. O lançamento do material aconteceu dia 16/09 no Jokers Pub em Curitiba. Agora,  a Anacrônica faz a divulgação virtual de &#8220;Tardes em Guadalajara&#8221; e disponibiliza para download a música neste dia 29/09.</p>
<p>Fique ligado! Acesse: <a href="http://soundcloud.com/bandaanacronica/tardesemguadalajara" target="_blank">http://soundcloud.com/bandaanacronica/tardesemguadalajara</a> e curta o som!</p>
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		<title>Anacrônica prepara novo material</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 03:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barizon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Jagermeister]]></category>
		<category><![CDATA[The Peppers Bar]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/06/03/anacronica-prepara-novo-material/' addthis:title='Anacrônica prepara novo material'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>No mês de junho Anacrônica entra em estúdio para gravação de um novo EP ainda sem título. Quatro canções farão parte deste novo trabalho que não tem data definida para lançamento. Enquanto o lançamento do novo trabalho não vem, a banda prepara para os fãs, em parceria com a Master Imports (Jagermeister Brasil) e o [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/06/03/anacronica-prepara-novo-material/' addthis:title='Anacrônica prepara novo material' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4222" href="http://identidademusical.com.br/blog/2011/06/03/anacronica-prepara-novo-material/anacronica-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4222" title="anacronica" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/anacronica.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>No mês de junho Anacrônica entra em estúdio para gravação de um novo EP ainda sem título. Quatro canções farão parte deste novo trabalho que não tem data definida para lançamento.</p>
<p>Enquanto o lançamento do novo trabalho não vem, a banda prepara para os fãs, em parceria com a Master Imports (Jagermeister Brasil) e o The Peppers Bar a prensagem de mais mil cópias do disco “Deus e os Loucos”. Porém, desta vez, a novidade é que se trata de uma versão reduzida do disco para distribuição aos fãs. A versão promo contará com seis faixas do disco original e um design modificado. Lançado em 2009, “Deus e os Loucos” já está em seu terceiro milheiro.</p>
<p>Outra novidade é que a Anacrônica foi convidada para a gravação do CD “Acústico Mundo Livre” pela rádio Mundo Livre FM de Curitiba. A banda trará uma música inédita para esta coletânea que, além da Anacrônica, ainda contará com várias outras bandas da cidade.</p>
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		<title>Projeto Mais Massa: Volver recebe banda Anacrônica, de Curitiba</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 00:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Mais Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Volver]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/03/05/mmvvana/' addthis:title='Projeto Mais Massa: Volver recebe banda Anacrônica, de Curitiba'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>No dia 18 de março, quinta-feira, a partir das 22h, na Livraria da Esquina, acontece mais uma edição do Projeto Mais Massa, em que a banda Volver recebe a Anacrônica, de Curitiba. Volver (www.myspace.com/volverbrasil) A pernambucana Volver, que a partir de junho passou a residir em São Paulo, já vem conseguindo espaços importantes na capital [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/03/05/mmvvana/' addthis:title='Projeto Mais Massa: Volver recebe banda Anacrônica, de Curitiba' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2010/03/flyer_maismassa_18_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-627" title="flyer_maismassa_18_03" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2010/03/flyer_maismassa_18_03.jpg" alt="" width="535" height="356" /></a></p>
<p>No dia 18 de março, quinta-feira, a partir das 22h, na <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br" target="_blank">Livraria da Esquina</a>, acontece mais uma edição do Projeto Mais Massa, em que a banda Volver recebe a Anacrônica, de Curitiba.</p>
<p><strong>Volver (www.myspace.com/volverbrasil)</strong></p>
<p>A pernambucana Volver, que a partir de junho passou a residir em São Paulo, já vem conseguindo espaços importantes na capital paulista e no Brasil. Formada por Bruno Souto (vocal e guitarras), Fernando Barreto (baixo e vocais), Zeca Viana (bateria e vocais) e Kleber Croccia (guitarra e vocais), a banda vem viajando o país, viabilizando melhor a carreira e também conquistando a simpatia de um novo público.</p>
<p>O grupo, que lançou no ano em 2008 o seu segundo disco, o elogiado &#8220;Acima da Chuva&#8221; (Senhor F Discos), consolidou sua carreira no Recife, tendo participado de importantes festivais na cidade como Abril pro Rock e No Ar: Coquetel Molotov. Lançado virtualmente através do MySpace, o disco atingiu a marca de 60 mil downloads no período de 30 dias, em que ficou disponível integralmente. Hoje essa marca se aproxima dos 100 mil downloads.</p>
<p><strong>Anacrônica (www.myspace.com/bandaanacronica)</strong></p>
<p>O cineasta François Truffaut (1932-1984) esperava duas coisas de um diretor: que fosse, de fato, um artista, e que tivesse ambição. “Deus e os loucos” (Independente, 2009), álbum de estréia do Anacrônica, cumpre as duas expectativas. Morda ou assopre, o rock muitíssimo bem tocado – e nunca diluído – pelo quarteto curitibano ainda vai além. O fim da década tem, enfim, sua trilha sonora urbana, graças a Sandra Piola (voz), Bruno Sguissardi (guitarra e voz), Marcelinho (baixo) e Marcelo Bezerra “Gordo” (bateria).</p>
<p>Em setembro passado, o primeiro single “Eles me querem assim” foi indicado pela Revista Rolling Stone na sessão “Ouça Também”, que decretou: “A faixa é guiada pela voz marcante de Sandra Piola em uma levada meio blues e cheia de camadas instrumentais. No meio vira uma bossinha maliciosa que logo desemboca numa catarse sonora.” A música entrou no Hotlist do site da revista e vem sendo executada em várias rádios do país. O videoclipe do single já está sendo veiculado na MTV Brasil. As viagens para Sul e Sudeste são rotina para a Anacrônica. “Está acontecendo como a gente sempre imaginou, aos poucos, e em função do empenho da banda e da força dos nossos sonhos”, comenta Sandra. Os sonhos têm nomes. São as canções de “Deus e os loucos”, como “O que será”, “Um Adeus” e “Vestígios”, além da já clássica faixa-título.</p>
<p><strong><em>Serviço</em></strong><br />
<em> Projeto Mais Massa: bandas Volver e Anacrônica<br />
Quinta-feira, 18/03/10<br />
Livraria da Esquina &#8211; Rua do Bosque, 1254 &#8211; Barra Funda, São Paulo<br />
Abertura da casa às 22h &#8211; Shows depois das 23h<br />
Entrada: R$ 15 ou R$ 10 com nome na lista (lista@maismassa.com.br)</em></p>
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		<title>Anacrônica concorre a dois prêmios pela Gazeta do Povo</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2010/01/21/anacronica-melhor-2009/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 09:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barizon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/01/21/anacronica-melhor-2009/' addthis:title='Anacrônica concorre a dois prêmios pela Gazeta do Povo'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Quem acompanha o trabalho da Identidade Musical há algum tempo já deve ter deparado com o nome do Anacrônica algumas vezes por aqui. Eles foram uma das primeiras bandas a tocar nas Noites do Bem, no começo de 2009. Também tiveram uma de suas músicas, Vestígios, analisada pelo Rogério. Ontem chegou aqui um email falando [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/01/21/anacronica-melhor-2009/' addthis:title='Anacrônica concorre a dois prêmios pela Gazeta do Povo' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2000" class="wp-caption aligncenter" style="width: 454px"><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/anacronica.jpg"><img class="size-full wp-image-2000 " title="anacronica" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/anacronica.jpg" alt="" width="444" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelinho, Marcelo, Sandra e Bruno, da banda Anacrônica</p></div>
<p>Quem acompanha o trabalho da Identidade Musical há algum tempo já deve ter deparado com o nome do <strong>Anacrônica </strong>algumas vezes por aqui.</p>
<p>Eles foram uma das primeiras bandas a tocar nas <a href="http://identidademusical.com.br/blog/noites-do-bem/" target="_blank">Noites do Bem</a>, no começo de 2009. Também tiveram uma de suas músicas, Vestígios, <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/14/anacronica-vestigios/" target="_blank">analisada pelo Rogério</a>.</p>
<p>Ontem chegou aqui um email falando da indicação do Anacrônica e da vocalista Sandra Piola ao prêmio de melhores de 2009, entre diversos artistas do Paraná, pela Gazeta do Povo. Além de muito contentes pela indicação, além de amigos o talento da banda é evidente, isso nos faz acreditar que com tempo os artistas independentes vão ver o espaço dedicado a eles aumentar ainda mais.</p>
<p>Quem quiser conhecer a banda e ver por que vale a pena votar neles, abaixo alguns links, entre eles o da votação:</p>
<p>Para votar no Anacrônica como melhor banda é só entrar nesse link e clicar em cima do nome da banda:<br />
<a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/interatividade/index.phtml?eid=603" target="_blank">http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/interatividade/index.phtml?eid=603</a></p>
<p>E para votar na Sandra como melhor cantora é só entrar nesse link aqui e fazer o mesmo:<br />
<a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/interatividade/index.phtml?eid=606" target="_blank">http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/interatividade/index.phtml?eid=606</a></p>
<p>Site/Myspace:<br />
<a href="http://www.anacronica.com.br/" target="_blank">www.anacronica.com.br</a><br />
Twitter:<br />
<a href="http://www.twitter.com/sigaanacronica" target="_blank">www.twitter.com/sigaanacronica</a><br />
Fotolog:<br />
<a href="http://www.fotolog.com/anacronica" target="_blank">www.fotolog.com/anacronica</a></p>
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		<item>
		<title>A insustentável fraqueza da cena, entrevista com Tiago Barizon</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/23/a-insustentavel-fraqueza-da-cena-entrevista-com-tiago-barizon/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barizon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[coletivos]]></category>
		<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Porcas Borboletas]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Deff]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Barizon]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/23/a-insustentavel-fraqueza-da-cena-entrevista-com-tiago-barizon/' addthis:title='A insustentável fraqueza da cena, entrevista com Tiago Barizon'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>A dita cena independente musical é uma colcha de retalhos. Se formos parar para analisar, até mesmo esse tal &#8220;independente&#8221; é fruto das mais ferrenhas discussões. Tem gente que adora dizer que é indie, tem gente que tem nojo, e os dois agem da mesma forma. Faz algum tempo que começamos a pensar nos elos [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/23/a-insustentavel-fraqueza-da-cena-entrevista-com-tiago-barizon/' addthis:title='A insustentável fraqueza da cena, entrevista com Tiago Barizon' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1553" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-1553" title="Tiago_Barizon2_450" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/Tiago_Barizon2_450-200x300.jpg" alt="Tiago_Barizon2_450" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Barizon e um submarino amarelo</p></div>
<p>A dita cena independente musical é uma colcha de retalhos. Se formos parar para analisar, até mesmo esse tal &#8220;independente&#8221; é fruto das mais ferrenhas discussões. Tem gente que adora dizer que é indie, tem gente que tem nojo, e os dois agem da mesma forma.</p>
<p>Faz algum tempo que começamos a pensar nos elos da cadeia produtiva dentro da produção musical independente, e em conversas com artistas, público, produtores, selos, donos de casas de shows, entre tantos outros, percebemos que não podemos nem começar a pensar em um mercado independente. Isso não existe, é lenda, mito. É mais provável que alguém me convença da existência da Iara do que desse mercado. E por isso eu sempre falo em &#8220;cena independente&#8221;. Não é mercado por diversos motivos. Primeiro, a cadeia produtiva não se fala, não troca experiências e informações. Segundo, não existem dados sobre público, consumo, produção, faturamentos. Terceiro, falta profissionalização e profissionalismo. Esse último nem é tão problemático, profissionalismo falta em qualquer setor, em maior ou menor escala. Mas sem profissionalização, não existe setor que se sustente. Quarto, os produtores dos bens que são consumidos, esse pessoal que chamamos de &#8220;artista&#8221;, não possuem projetos sustentáveis e normalmente são vistos como fonte de exploração. Mas se eles mesmos não se preocupam com isso, como estranhar essa atitude dos demais? Bom, por aí vai&#8230;</p>
<p>Aí me perguntam, &#8220;então por que raios você trabalha com isso?&#8221;</p>
<p>Eu nunca consegui uma resposta racional. Acho que talvez seja por que isso é o que eu faço de melhor, talvez por uma antiquada ideologia, por achar que ainda dá para mudar as coisas, ou ainda pode ser porque eu quero que se meu filho resolva ser músico ele encontre um lugar que o receba melhor.</p>
<p>Foi com muita alegria que recebi o convite do amigo <strong><a title="Roger Deff" href="http://nofocoemdebate.blogspot.com/" target="_blank">Roger Deff</a></strong>, que conheci em uma das palestras que eu dei. Ele me mandou algumas perguntas para que eu respondesse e ajudasse em um de seus artigos, que pode ser <a title="Sustentabilidade da música (Eis a questão)" href="http://coletivopegada.org/2009/11/16/sustentabilidade-da-musica-eis-a-questao/" target="_blank">lido na íntegra aqui</a>. Suas perguntas mostram uma clareza frente a alguns dos problemas que os artistas e produtores encontram e despertaram a vontade de tentar passar para frente algumas das elucubrações que temos nos permitido por aqui, não com o objetivo de converter e evangelizar, mas para imbuir naqueles espíritos mais agitados a vontade de debater e questionar. Não pretendemos de forma alguma ensinar os caminhos, mas de pavimentarmos em conjunto, afinal se tem algo que está muito certo em torno de toda questão da produção e do mercado musical é que ninguém sabe para onde está indo.</p>
<p><strong><em>Roger Deff</em></strong><em> &#8211; Há muita discussão sobre como as bandas independentes podem sustentar financeiramente seus trabalhos, já que os festivais difícilmente tem verba disponível para pagar cachê. Quais os caminhos seguidos pelas bandas de Sampa no sentido de buscar formas de viabilizar seus trabalhos?<br />
<strong><span style="font-style: normal;">Tiago Barizon</span></strong> &#8211; </em>Aqui em São Paulo as bandas estão na mesma correria do que as bandas em outros estados. A busca por esse modelo sustentável não é uma questão regionalizada, mas global. As soluções podem aí sim ser regionalizadas, devido às diferenças culturais, geográficas, demográficas&#8230; Um grande erro que eu vejo é a tendência a se prender ou focar os esforços em somente uma &#8220;frente de trabalho&#8221;. Não adianta esperar que somente tocar em festivais, ou somente fazer shows em sua cidade, ou somente tocar em SESCs, vá garantir que o seu projeto seja sustentável. Existe toda uma gama de fontes de geração de renda que precisam ser mais exploradas, como merchandise, venda de cds, licenciamento&#8230; Mas esses formatos não dependem somente dos artistas, mas da mobilização de todos os envolvidos na cadeia produtiva para a profissionalização e a articulação. Olhar um pouco para fora do próprio ambiente pode ajudar nessas horas. Eu estou escrevendo um artigo com alguns artistas como Porcas Borboletas, de Uberlândia, e Anacrônica, de Curitiba, para investigar mais esses caminhos. Mas todos passam sem exceção pelo processo de formação de público, que é um constante debate e carente de soluções.</p>
<p><strong>Roger Deff</strong> &#8211; <em>Na sua opinião, quais as grandes dificuldades encontradas pelos organizadores dos festivais para remunerar as bandas? Explique.</em><br />
<strong>Tiago Barizon</strong> -Existe aquele festival em que os organizadores e produtores resolvem peitar o desafio e fazer tudo na base de apoios e amizades. Vão atrás de uma loja de instrumentos para conseguir equipamento de palco e PA, a prefeitura para conseguir um espaço para a realização, uma gráfica que possa colaborar com material de divulgação. Esse pessoal faz na garra e muitas vezes não contam com toda a estrutura necessária. Na hora e no  afã de ver o festival sair do plano das idéias muitas vezes deixam de calcular se existe uma demanda de público que justifique o investimento todo. Para contornar isso normalmente apelam para a vontade das bandas de divulgar seu trabalho, e muitas acabam topando esse esquema. Não que seja uma atitude errada, mas valendo-se desse esquema de troca por espaço muitas bandas acabam se decepcionando e deixam de incentivar os festivais. Pequenos festivais deveriam focar suas atenções nos artistas locais, em espaços mais controlados, e a partir daí pensar em ganhar escala e visibilidade. Muitos organizadores esperam trazer atrações de outros estados como forma de alavancar o festival, mas aí, além de deixar de ganhar, a banda acaba pagando para tocar, já que vão ter gastos com transporte e hospedagem. No final das contas, esses festivais sofrem com a falta de público (mais uma vez) que são sua única fonte de geração de capital.</p>
<p>Agora existem outros festivais que são patrocinados, muitos por grandes empresas, e que mesmo assim não pagam os artistas. Nesse caso eu só posso analisar de duas formas: falta de planejamento ou falta de respeito. Quando uma grande empresa abre um edital ou então cede patrocínio, entendendo patrocínio como aporte de capital, normalmente isso se dá mediante a análise de um projeto, em que sem exceções devem constar as planilhas orçamentárias. Não conheço uma empresa que investiria dinheiro em ações culturais sem saber para onde ele está indo, como vai ser aplicado. Daí que eu concluo a falta de planejamento, caso o produtor simplesmente esqueça de prever pagamento de cachês, o que provaria a total incapacidade desse sujeito, ou então a falta de respeito, se esse mesmo sujeito já esteja contando com a vontade das bandas de tocarem de graça em troca do tal espaço para divulgação de seu trabalho. Pode-se dizer que essas empresas não pagam 100% do projeto, mas diante de todos os custos cortar justamente o cachê das bandas, que seriam, a princípio, o motivo de se fazer um festival, é um tanto quanto contraditório.</p>
<p>Já vi soluções interessantes, por exemplo festivais que pagavam uma quantidade de acordo com a proveniência das bandas. Para bandas da cidade ou da região era um valor X, para bandas que viessem de locais até 600km era 2X e assim por diante. Cada banda saberia com antecedência o que iria receber e calculava se valeria a pena ou não. Além da transparência, sem brigas porque tal banda ganhou mais ou menos do que a outra.</p>
<p><strong>Roger Deff</strong> - <em>Alguns defendem que as bandas estão à procura de espaço e , portanto, não devem ser remuneradas, outros dizem que é um trabalho e como tal deveria receber alguma ajuda de custo. Qual a sua opinião?</em><br />
<strong>Tiago Barizon</strong> - Você acabou de se formar em jornalismo, toparia trabalhar em alguma redação em troca de currículo, sem ganhar nada? Ou um arquiteto, faria alguns projetos de graça para ganhar destaque? Ou um designer, um fotógrafo&#8230;? Acho que por um tempo, em algumas profissões, isso até pode ser planejado, principalmente naquelas que dependem de montar portfolio. Mas não indefinidamente. E todo mundo acha isso natural para os músicos, que eles devem tocar de graça para sempre em troca do tal espaço. E isso acaba virando uma situação default, que ninguém contesta. Todo músico já passou por essa situação. Em uma conversa perguntam o que faz da vida, o cara responde que é músico e recebe um &#8220;mas o que você faz para ganhar dinheiro?&#8221; Se você é advogado, ninguém pergunta isso. Se você é gari, ninguém pergunta isso. Para o músico perguntam. É sintomático não só de como nos vemos dentro da cena mas de como todos estão nos vendo. E a mudança tem que partir de quem está inserido na cadeia produtiva, de saber se valorizar e valorizar o trabalho dos outros. Eu trabalho hoje em dia somente com isso, minha vida profissional é voltada exclusivamente para a música, então eu sei o duro que é conseguir se posicionar e mostrar que como tal eu tenho que ser remunerado. As fraldas do meu filho dependem disso!</p>
<p>Um cara entra na faculdade de direito, gasta com material, mensalidade de faculdade, rala um tempo para conseguir um bom emprego, gasta com cursos, especializações, viagens para congressos e tudo mais. Por que a forma de lidar com ele tem que ser diferente do que a com que tratamos um cara que começa a estudar baixo desde cedo, compra instrumentos, acessórios, cursa aulas, gasta com ensaios, com viagens para divulgar, material da banda, gravação de cds&#8230;?</p>
<p><strong>Roger Deff</strong> - <em>Um outro problema a ser analizado é que, na maioria das vezes, quem faz o festival não lucra com isso. Na verdade tem que arcar com gastos e faz mais por paixão mesmo. Você acredita que  trabalho conjunto entre bandas e produtores poderia ser uma forma de viabilizar meios sustentáveis para a realização dos eventos?</em><br />
<strong>Tiago Barizon</strong> &#8211; Sem dúvida. Os organizadores dos festivais tem que pensar em formas de multiplicar as ações de divulgação do evento usando todos os meios possiveis. E não adianta só mandar um email falando para as bandas: &#8220;divulguem em seu orkut&#8221;. Tem que pensar em estratégias que façam com que essa multiplicação seja também interessante para as bandas, para que essas realmente se sintam envolvidas. Além de algumas ações básicas, como montar a famosa banquinha de vendas, que pode ajudar financeiramente as bandas. Mas no final das contas o que paga um festival que não tem patrocínio é o público. Aí cabe a cada produtor saber medir seus custos, o público estimado e ver até que ponto vale ou não a pena. E nesse ponto São Paulo não serve muito de indicador. Se pegarmos alguns dos principais festivais independentes do Brasil, dos que contam somente com bandas nacionais, alguns conseguem reunir 1500, 2000 pessoas. Na cidade de São Paulo um evento com esse mesmo formato não conseguiria esse feito.</p>
<p><strong>Roger Deff</strong> &#8211; <em>Os coletivos surgem dentro de uma lógica completamente diferente da dicotomia produtor/ artista. Fale um pouco a respeito deste sistema de colaboração.</em><br />
<strong>Tiago Barizon</strong> &#8211; Peter Jenner, presidente emérito da International Music Managers&#8217; Forum, diz que as duas instâncias que realmente importam em toda a cadeia produtiva da música são o artista e o público. Todos os outros envolvidos só tem razão de existir se for para fazer com que esse diálogo aconteça melhor e com mais fluidez. Não poderia concordar mais. E acho que os coletivos surgem em um momento que precisamos que isso aconteça mais do que nunca. A colaboração de diversos profissionais, das mais distintas áreas, potencializa esse aspecto. Mas temos que ver que os coletivos não nascem e existem somente em função da música. Coletivos podem se dedicar não só às artes, mas à geração de conteúdo, a repensar conceitos de urbanização, à educação&#8230; Eu acho que ao começar um coletivo as pessoas tem que pensar mais do que as ações em si, mas nos resultados que querem atingir. E como cada um pode colaborar e pretende se beneficiar deste grupo. Para falar explicitamente do caso dos artistas, eu não acredito que os coletivos devam surgir somente como plataforma de lançamento desses músicos, mas sim que os músicos façam parte de um grupo em que os conceitos e a estruturação de todos os envolvidos facilitem a promoção e divulgação dos trabalhos de cada um.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 788px; height: 1px;">Existe aquele festival em que os organizadores e produtores resolvem peitar o desafio e fazer tudo na base de apoios e amizades. Vão atrás de uma loja de instrumentos para conseguir equipamento de palco e PA, a prefeitura para conseguir um espaço para a realização, uma gráfica que possa colaborar com material de divulgação. Esse pessoal faz na garra e muitas vezes não contam com toda a estrutura necessária. Na hora e no  afã de ver o festival sair do plano das idéias muitas vezes deixam de calcular se existe uma demanda de público que justifique o investimento todo. Para contornar isso normalmente apelam para a vontade das bandas de divulgar seu trabalho, e muitas acabam topando esse esquema. Não que seja uma atitude errada, mas valendo-se desse esquema de troca por espaço muitas bandas acabam se decepcionando e deixam de incentivar os festivais. Pequenos festivais deveriam focar suas atenções nos artistas locais, em espaços mais controlados, e a partir daí pensar em ganhar escala e visibilidade. Muitos organizadores esperam trazer atrações de outros estados como forma de alavancar o festival, mas aí, além de deixar de ganhar, a banda acaba pagando para tocar, já que vão ter gastos com transporte e hospedagem. No final das contas, esses festivais sofrem com a falta de público (mais uma vez) que são sua única fonte de geração de capital.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 788px; height: 1px;">Agora existem outros festivais que são patrocinados, muitos por grandes empresas, e que mesmo assim não pagam os artistas. Nesse caso eu só posso analisar de duas formas: falta de planejamento ou falta de respeito. Quando uma grande empresa abre um edital ou então cede patrocínio, entendendo patrocínio como aporte de capital, normalmente isso se dá mediante a análise de um projeto, em que sem exceções devem constar as planilhas orçamentárias. Não conheço uma empresa que investiria dinheiro em ações culturais sem saber para onde ele está indo, como vai ser aplicado. Daí que eu concluo a falta de planejamento, caso o produtor simplesmente esqueça de prever pagamento de cachês, o que provaria a total incapacidade desse sujeito, ou então a falta de respeito, se esse mesmo sujeito já esteja contando com a vontade das bandas de tocarem de graça em troca do tal espaço para divulgação de seu trabalho. Pode-se dizer que essas empresas não pagam 100% do projeto, mas diante de todos os custos cortar justamente o cachê das bandas, que seriam, a princípio, o motivo de se fazer um festival, é um tanto quanto contraditório.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 788px; height: 1px;">Já vi soluções interessantes, por exemplo festivais que pagavam uma quantidade de acordo com a proveniência das bandas. Para bandas da cidade ou da região era um valor X, para bandas que viessem de locais até 600km era 2X e assim por diante. Cada banda saberia com antecedência o que iria receber e calculava se valeria a pena ou não. Além da transparência, sem brigas porque tal banda ganhou mais ou menos do que a outra.</div>
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		<title>Noites do Bem, Quinta Edição, com banda Nosotros e DJ Pardal (cheio de novidades)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 13:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/16/noitesquinta/' addthis:title='Noites do Bem, Quinta Edição, com banda Nosotros e DJ Pardal (cheio de novidades)'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Acontece no próximo sábado, dia 19 de setembro, a quinta edição da festa Noites do Bem, já conhecida dos frequentadores deste blog. No mês passado, contamos com o show do projeto Jack &#38; Fancy; desta vez, quem toca no evento é a banda Nosotros, que você pode conhecer clicando aqui. As influências dos caras são [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/16/noitesquinta/' addthis:title='Noites do Bem, Quinta Edição, com banda Nosotros e DJ Pardal (cheio de novidades)' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1224" title="Flyer nosotros" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Flyer-nosotros-31.jpg" alt="Flyer nosotros" width="500" height="707" /></p>
<p>Acontece no próximo sábado, dia 19 de setembro, a quinta edição da <a href="http://identidademusical.com.br/blog/noites-do-bem/">festa Noites do Bem</a>, já conhecida dos frequentadores deste blog. No mês passado, contamos com o show do projeto <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/08/18/nbem-jckfncy/">Jack &amp; Fancy</a>; desta vez, quem toca no evento é a <a href="http://www.myspace.com/nosotrosmusica">banda Nosotros, que você pode conhecer clicando aqui</a>. As influências dos caras são muitas e amplas, vão de Arctic Monkeys a Paralamas do Sucesso, de Los Hermanos a The Strokes, de Roberto Carlos a Bob Dylan, de Beirut a Radiohead, de Adriana Calcanhoto a Norah Jones, de Chico Buarque a Beatles. Ganham destaque, na sonoridade da banda, as batidas, as vozes de Ricardo e de Larissa, os trombones e os trompetes.</p>
<p>Desta vez, teremos novidades na nossa festa. A primeira é a participação mais que especial do <a href="http://conteudoexplicito.blogspot.com/">DJ Pardal</a>, da equipe do site <a href="http://dynamite.terra.com.br/portal/index.cfm?CFID=484104&amp;CFTOKEN=76030953">Dynamite</a> e um dos maiores entusiastas de cena independente no país. O DJ set de Pardal é digno de uma festa só para ele, que conhece tudo de música, no Brasil e fora dele. Na sexta, dia 18, ele vai discotecar no <strong>Wonka</strong>, em Curitiba, e volta com material novo exclusivamente para as Noites do Bem. As vibrações estão ótimas: a última novidade que trouxemos de Curitiba &#8211; a banda <a href="http://www.myspace.com/bandaanacronica">Anacrônica</a>, que participou da <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/13/noites-do-bem-terceira-edicao/">Terceira Edição das Noites do Bem</a> e cuja <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/14/anacronica-vestigios/">canção &#8220;Vestígios&#8221; já analisei aqui</a> &#8211; foi <a href="http://www.rollingstone.com.br/edicoes/36/textos/3884/">notícia na edição deste mês na Rolling Stone</a>, na coluna &#8220;Ouça também&#8221;. Aguardamos ansiosamente o que é que Pardal nos trará.</p>
<p>E os fãs do <a href="http://identidademusical.com.br/blog/about/tiago-barizon/">DJ Tiago Barizon</a> não precisam ficar tristes, pois ele também estará presente e dividirá a mesa com Pardal. Como já tenho dito em outras Noites do Bem: a festa promete.</p>
<p>Além de tudo isso, contaremos ainda com a presença da fotógrafa Ezyê Moleda, que fará toda a cobertura fotográfica do evento. Vocês podem <a href="http://www.ezyemoleda.com.br/">conhecer o trabalho dela clicando aqui</a>. </p>
<p>Quanto ao projeto social da festa, fizemos uma pequena alteração: agora, parte da renda será destinada à compra e ao transporte de livros para entidades que precisam deles. Acompanhem atualizações e detalhes ao longo da semana.</p>
<p>Espero todos lá!</p>
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		<title>Anacrônica: a identidade, o tempo e o amor</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 22:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[Noites do Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Vestígios]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/14/anacronica-vestigios/' addthis:title='Anacrônica: a identidade, o tempo e o amor'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Na terceira edição da festa Noites do Bem, no próximo sábado, teremos o prazer de receber a banda Anacrônica, de Curitiba. E teremos a chance de ouvir duas canções que chamam bastante a atenção. A primeira dela é &#8220;Vestígios&#8221;: A questão do tempo é fundamental para a banda curitibana: anacrônico é adjetivo que se atribui [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/14/anacronica-vestigios/' addthis:title='Anacrônica: a identidade, o tempo e o amor' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na terceira edição da festa <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/13/noites-do-bem-terceira-edicao/">Noites do Bem, no próximo sábado</a>, teremos o prazer de receber a <a href="http://www.myspace.com/bandaanacronica">banda Anacrônica</a>, de Curitiba. E teremos a chance de ouvir duas canções que chamam bastante a atenção. A primeira dela é &#8220;Vestígios&#8221;:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T6JAIh4Yo7E&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/T6JAIh4Yo7E&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>A questão do tempo é fundamental para a banda curitibana: <em>anacrônico</em> é adjetivo que se atribui àquilo que está fora do tempo, da moda ou de uso &#8211; e já fica dado, assim, o recado de que a banda não tem a preocupação de seguir a &#8220;bola da vez&#8221;. Ao contrário: suas canções, embora pertençam ao que se pode chamar genericamente de <em>rock and roll</em>, têm, cada uma, nuances especiais que merecem atenção. </p>
<p>Em &#8220;Vestígios&#8221;, por exemplo, a questão do tempo também já parte do título. Só deixa vestígios quem marcou sinais no passado, que persistem até o presente. É curioso: os dicionários trazem a palavra <em>ruínas</em> como sinônimo de vestígios &#8211; significado que nos será bem útil.</p>
<p>Os versos da primeira estrofe confirmam a hipótese de que é o tempo que está em análise na canção: &#8220;Quanto pode viver / Por ser passado? / Quem me pode dizer / Se é errado / Só não tente esconder / Os vestígios deixados / Por todo o seu caminho&#8221;. O eu que canta expõe em poucas palavras um  dilema que todos vivemos: quanto do que foi feito no passado nos compõe a personalidade? Em outras palavras: <em>somos </em>os erros que cometemos? Eles compõem nossa personalidade? Em que proporção? Numa leitura plausível dos versos acima, mesmo que tenhamos deixado no passado esses erros, mesmo que os tenhamos superado, eles necessariamente deixam marcas &#8211; os vestígios do título &#8211; em nosso caminho. </p>
<p>Uma conclusão possível é a de que, embora possam ter sido superados, erros fazem parte da construção da identidade daquele a quem o eu da canção se dirige. Daí as aflições da segunda estrofe: &#8220;Como posso sentir / Não ser amado / Quando vejo você / Bem ao meu lado?&#8221;. O eu da canção sofre por não ser amado por aquele a quem se dirige: apesar de estarem lado a lado, num aqui e agora que poderia, hipoteticamente, desconsiderar o passado maculado de vestígios, ambos estão distantes &#8211; subversão das relações temporais e espaciais. &#8220;Como posso te ter / Se ao menos posso me ter?&#8221;: se as relações de tempo e espaço estão trocadas, se o eu que canta experimenta a contradição de estar ao lado do ser amado sem poder tê-lo, estarão ambos ali? Pior: se o passado é capaz de contaminar e embaralhar o presente, quem é o eu presente senão um resultado de vestígios passados?</p>
<p>O leitor terá percebido que esta análise, de certa forma, traz mais perguntas do que afirmações. São os versos e a estrutura melódica que conferem esse ambiente de dúvida à canção, que se conclui com o alongamento da última sílaba de uma série de quatro perguntas que podem ser consideradas síntese de todos os embaraços relatados na letra: &#8220;Pra que fugir? / Pra que voltar? / Pra que mentir? / Pra que amar?&#8221;.</p>
<p>Mas não adiantemos a conclusão. Já vimos que, em &#8220;Vestígios&#8221;, o eu que canta se vê mergulhado na dúvida entre as determinações das ações do passado sobre o presente, e que essas determinações carregam consigo o dilema a respeito da própria identidade. Não é possível abandonar ou esquecer os erros passados e construir tudo do zero, afinal nossa identidade se compõe, também, por meio de arrpendimentos, deslizes e besteiras que fizemos. É o que se observa em &#8220;Como posso viver sem ser errado? / Como irei aprender / Sem ter passado / Como posso me ter junto ao teu lado / Com mais um milhão de pessoas?&#8221;. O que o eu que canta procura é, de certa forma, fazer síntese do passado e seguir adiante, no presente, junto com a pessoa amada. Há nesse projeto, contudo, um entrave: &#8220;mais um milhão de pessoas&#8221; que desviam a atenção daquele a quem o eu se dirige ao longo de toda a canção. Uma possibilidade de análise é a de que o outro, o amado, comprometido e ainda perdido em meio aos vestígios do que fez, <em>não pôde encontrar-se; não pode, pois, encontrar-se com o eu</em>. De forma bem concisa, só é capaz de partir para o amor quem está conciliado consigo mesmo, isto é, quem está em paz com os próprios erros que cometeu no passado. Mais do que isso: só é capaz de aceitar o passado maculado do ser amado quem já está em paz com o seu próprio passado.</p>
<p>Antes do refrão, é preciso analisar a estrofe mais doída da canção, aquela que sinaliza a impossibilidade de livrar-se dos dilemas temporais e identitários que já vimos acima: &#8220;Quando irei entender o seu traçado / Quando a vida nos fez tão mal amados? / E os vestígios talvez / Tenham sido traçados só pra mim&#8221;. O eu que canta e seu amado talvez não possam jamais estar juntos (apesar de estarem lado a lado), porque o que lhes faltou no passado foi, exatamente, a experiência do amor. Já não se trata mais, aqui, de constatar que ambos erraram no passado, mas que lhes faltou amor &#8211; daí a impossibilidade de acertarem e de se acertarem no presente. Nos dois últimos versos, a ideia inevitável e odiosa de que os vestígios, isto é, os erros todos do passado, tenham sido cometidos apenas pelo eu que canta, lamentando, assim, a incapacidade de conquistar o amor do outro no presente. </p>
<p>Esse ar de lamento é realçado pelos <em>backing vocals</em>, sempre alongando as vogais, como se permeasse toda a canção a queixa pela constatação da impossibilidade da conjunção amorosa &#8211; que é, em última análise, também, a impossibilidade de conjunção consigo próprio, como se a falha afetiva em relação ao outro fosse também uma falha do próprio sujeito da canção. Não conseguir concretizar o amor é permanecer fraturado em si mesmo, e o eu que canta em &#8220;Vestígios&#8221; já não sabe o que é que dói mais.</p>
<p>Finalmente, o refrão ajuda a compreender essa barafunda afetiva e identitária em que se vê metido o eu: &#8220;Medo / Quando quis você em segredo / Escorrendo pelos dedos / A idéia de ser perfeito&#8221;. Talvez, o principal impeditivo da conjunção amorosa tenha sido <em>a idealização do outro</em>; escorreu pelos dedos do eu da canção a imagem perfeita que fazia do ser amado. Mas aí, já tomado do amor pelo outro <em>apesar das imperfeições</em>, resta lamentar: &#8220;Tê-lo / Como quase um castigo /Quando vejo os vestígios / Do passado que te fez&#8221;.</p>
<p>O amor concreto, real, cotidiano, talvez não seja mais do que isso: a eterna tentativa de continuar amando o outro, apesar das novas imperfeições que ele segue revelando com o passar do tempo. E nossa época, talvez, seja a primeira na história em que ninguém seja obrigado a seguir adiante na relação amorosa quando se depara com essas surpresas que se mostram cada vez mais e mais ligadas ao passado dos seres amados que imaginávamos conhecer. Podemos abandoná-los, é claro. Mas sempre ficarão as perguntas: se abandonamos os amados à primeira decepção, o que vivíamos era amor de verdade? Se ficamos juntos, em que medida estamos exercendo nossa liberdade e superando um passado que não é nosso, uma tradição das relações eivadas de submissão?</p>
<p>Em &#8220;Vestígios&#8221;, da banda Anacrônica, diante da constatação de que continua amando um outro apesar dos defeitos que ele segue apresentando, o sujeito da canção põe em xeque sua própria identidade. Quem sou eu, que me submeti ao amor? Vejo no ser amado os erros passados que ele insiste em carregar; é o ser amado apenas esses erros? Ou os erros são apenas vestígios, ruínas, do que o ser amado já foi? E eu, tendo desconstruído o ideal que fazia do ser amado, continuo a mesma pessoa? Ou sou eu, também, uma ruína do que fui, minada dos erros passados que cometi?</p>
<p>E se o amor traz todo esse processo de implosão de mim e do tempo, mas mesmo assim insisto em amar, &#8220;Pra que fugir? Pra que voltar? Pra que mentir? Pra que amar?&#8221;: são essas as perguntas que a canção deixa em aberto, ecoando na mente do ouvinte, assim como os backing vocals e o refrão, sem que se alcance uma resposta conclusiva. É evidente: a sensação de vazio identitário investigada ao longo de toda a canção, em que o passado ecoa no presente e acaba por determiná-lo, <em>está fora do tempo</em>, além do tempo. É Anacrônica.   </p>
<p>Na quinta-feira, será publicada aqui a análise da canção &#8220;Eles me querem assim&#8221;, também da Anacrônica. Encerro este post convidando a todos os leitores para assistir ao show da banda no próximo sábado, na Livraria da Esquina, na Rua do Bosque,1236, na Barra Funda.</p>
<p>Abaixo, uma versão recente, ao vivo, de &#8220;Vestígios&#8221;:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7pFkeDBDzFc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7pFkeDBDzFc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Até sábado!</p>
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		<title>Noites do Bem, Terceira Edição: Participe</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 22:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Anacrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Boa Praça]]></category>
		<category><![CDATA[Noites do Bem]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/13/noites-do-bem-terceira-edicao/' addthis:title='Noites do Bem, Terceira Edição: Participe'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Os leitores deste blog já conhecem as Noites do Bem: na primeira edição dessa festa, tivemos a honra de receber a banda Madame Saatan, do Pará. Na segunda edição, recebemos a banda Julia Car, de São Paulo. Agora, na terceira, que acontecerá no próximo sábado, dia 18, receberemos a banda Anacrônica, de Curitiba, cujas canções [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/07/13/noites-do-bem-terceira-edicao/' addthis:title='Noites do Bem, Terceira Edição: Participe' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-837" title="noitesdobem03_450" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/noitesdobem03_450.jpg" alt="noitesdobem03_450" width="450" height="636" /></p>
<p>Os leitores deste blog já conhecem as Noites do Bem: na primeira edição dessa festa, tivemos a honra de receber a banda <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan">Madame Saatan</a>, do Pará. Na segunda edição, recebemos a banda <a href="http://www.myspace.com/juliacar">Julia Car</a>, de São Paulo. Agora, na terceira, que acontecerá no próximo sábado, dia 18, receberemos a banda <a href="http://www.myspace.com/bandaanacronica">Anacrônica</a>, de Curitiba, cujas canções vou comentar amanhã.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-839" title="Anacronica" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/Anacronica.jpg" alt="Anacronica" width="444" height="350" /></p>
<p>As Noites do Bem são uma série de eventos mensais que acontecem na <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br/">Livraria da Esquina</a> (Rua do Bosque, 1236, Barra Funda). Não é uma festa de rock, nem de música eletrônica ou black, também não de MPB ou um lounge. É uma festa como das que fazíamos antigamente, para encontrar os amigos em um ambiente descontraído, ouvindo música boa e dançante, sem se preocupar com rótulos. E ainda praticamos o bem.</p>
<p>É o seguinte: cada edição traz uma nova banda independente e uma ONG com ação social que se beneficiarão da bilheteria. Desta vez, a ONG participante é o <a href="http://boapraca.ning.com/">Movimento Boa Praça</a>, originado &#8220;da iniciativa voluntária de moradores dos bairros Alto da Lapa, Pinheiros e Sumarezinho, que, inconformados com o estado de abandono das praças da região e conscientes das diversas possibilidades de aproveitamento destes espaços , decidiram se mobilizar e agir, no intuito de sua revitalização. O principal objetivo do Movimento Boa Praça é trabalhar pela melhoria da qualidade de vida no bairro, incentivando o desenvolvimento de atividades a céu aberto, a revelação de potencialidades humanas, associativas e ambientais, resgatando assim a vocação original destes espaços públicos de contemplação, convivência e diálogo&#8221;.</p>
<p>No som você curte <strong>Stevie Wonder</strong> e <strong>Chico Science</strong>, <strong>MGMT</strong> e <strong>Mutantes</strong>, <strong>Matt &amp; Kim</strong> e <strong>Boss in Drama, Carfax e Joy Division</strong>. A entrada custa R$12, você se diverte e ainda ajuda a desenvolver a cena cultural e social. Isso é o que chamamos de Ativismo Social Musical.</p>
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