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	<title>Blog da Identidade Musical &#187; Jair Naves</title>
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		<title>Por que Jair Naves</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 19:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métrica do Grito]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Naves]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/04/14/jair-araguari/' addthis:title='Por que Jair Naves'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Talvez as canções de Jair Naves tenham sido, no ano passado, uma unanimidade. Não vi comentário, tuitada, feicebucada, nada que não incensasse o EP Araguari, cujo release tive o prazer de escrever. No pouco tempo que tenho na Identidade Musical, ainda me encanto quando algum compositor ou banda me mostra uma canção inédita, que não [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/04/14/jair-araguari/' addthis:title='Por que Jair Naves' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/SgS4AXRb1A0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Talvez as <a href="http://www.myspace.com/jairnaves" target="_blank"><strong>canções de Jair Naves</strong></a> tenham sido, no ano passado, uma unanimidade. Não vi comentário, tuitada, feicebucada, nada que não incensasse o EP <em>Araguari</em>, cujo release tive o prazer de escrever. No pouco tempo que tenho na <a href="http://www.identidademusical.com.br/site/" target="_blank"><strong>Identidade Musical</strong></a>, ainda me encanto quando algum compositor ou banda me mostra uma canção inédita, que não foi a público. Foi o que aconteceu com as do Jair: ele me mandou cada uma delas, por email, com as letras, e a cada audição eu me fascinava mais com a capacidade que esse compositor tem de criar universos particulares e completos, embora caóticos, em cada uma de suas canções.</p>
<p>Usando a literatura para me explicar: quando lemos <a href="http://www.casadobruxo.com.br/poesia/m/evocacao.htm" target="_blank"><strong>a &#8220;Evocação do Recife&#8221;, de Manuel Bandeira</strong></a>, tomamos contato com a Recife da infância do poeta (ou do sujeito poético, se quisermos): algumas pessoas da família, outras das ruas, o alumbramento pela moça que ele viu nuinha no banho; mas todas essas pessoas e experiências, transformadas em poema, deixam de ser da vida empírica e ganham novos sentidos na obra literária. Alguns escritores têm essa habilidade que Bandeira dominava completamente: tomam os espaços, os tempos, as experiências, e transformam tudo isso em material poético, sem que isso se transforme em tentativa de <em>cópia</em> da vida concreta &#8211; o que, em última análise, é impossível. Trata-se de efeito poderoso, esse, de transformar a própria vida em material artístico, ao mesmo tempo mostrando e escondendo &#8211; mostrando porque a experiência, no caso de Jair, vivida em Araguari está exposta no nome do EP e de duas canções; escondendo porque elas não são relatos lineares, ao contrário: são impressões que ganharam forma organizada de que se compõe o universo particular de Jair.</p>
<p>Minha preferida é mesmo &#8220;Araguari I (Meus Amores Inconfessos)&#8221;, exatamente porque se engana quem supõe encontrar na canção a descrição da infância feliz ou infeliz do compositor. Algumas falas do filme <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3os_Naves" target="_blank"><strong>O Caso dos Irmãos Naves</strong></a></em>, nacionalmente famoso (tanto o filme como o caso do título), já apontam a ambiência que prevalecerá na canção, e no EP como um todo: a de tortura em ambiente opressor, a de confissão de crimes não cometidos. É assim que se pode ler &#8220;Araguari I&#8221;: o sujeito que ali canta está em pleno estado de <em>confissão</em> por ações que são crimes, ao menos na perspectiva da &#8220;multidão&#8221; que o persegue nos primeiros versos.</p>
<p>Mas não nos esqueçamos de que o caso dos Irmãos Naves ocorreu em 1937, em pleno <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Novo_(Brasil)" target="_blank"><strong>Estado Novo varguista</strong></a>, ainda reprimindo barbaramente quaisquer vozes que se levantassem &#8211; é o que está registrado nas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3rias_do_C%C3%A1rcere_(Graciliano_Ramos)" target="_blank"><strong><em>Memórias do Cárcere</em>, de Graciliano Ramos</strong></a>, outro que soube dar feição literária às experiências pessoais, também em forma de confissão. Da mesma forma, o sujeito da canção de Jair é perseguido por uma multidão, talvez injustamente: no espaço das &#8220;ruas dormentes&#8221; ecoam sermões, em alusão à moralidade católica e repressora, ainda mais acentuada por a cidade de Araguari situar-se em Minas, estado tradicionalmente associado à Igreja, pela história que guarda. Levanto aqui a hipótese de que o crime cometido esteja nos versos seguintes: &#8220;ninguém larga tudo impunemente / o abandono é a pior traição&#8221;. Talvez eu esteja errado, mas esses versos sempre me sugeriram a imagem do menino que quer mais do que a pequena cidade pode oferecer.</p>
<p>A literatura, o cinema e o imaginário brasileiros estão forrados desses meninos das cidades do interior e que insistem em transcender os limites, subvertendo as instituições que representam o poder, como a polícia ou a igreja. Todos eles abandonam a cidade de origem, para a reverem depois, adultos, e constatarem que ela mudou pouco ou nada, mas que eles não são mais quem eram antes &#8211; e que aquela cidadezinha que lhes representava o primeiro obstáculo, no passado, acaba por ser, no presente, o último laço consigo próprios.</p>
<p>Talvez seja esse o motivo da recepção positiva do trabalho de Jair Naves: a capacidade que ele tem de fazer experiências próprias ganharem forma artística, que não diz só a respeito deles, mas a uma tradição a que pagam tributo &#8211; a da literatura e da canção brasileiras &#8211; e ao próprio público. É a nostalgia, mesmo das coisas que o sujeito mal viveu: uma espécie de sentimento de geração, que nos faz reconstruir as próprias memórias. Se não me engano, Jair tem a mesma idade que eu, nascido em meados da década de 70: não experimentamos completamente a repressão de outra ditadura, a Militar, nas suas piores expressões, mas certamente vivemos alguns reflexos da ebulição política que o país vivia &#8211; mais uma, na história turbulenta do Brasil ao longo do século XX.</p>
<p>Fico com a impressão de que a multidão talvez tenha perseguido o sujeito da canção devido à sua capacidade de <em>largar tudo</em>, isto é, de abrir-se ao que não está inscrito nas linhas e entrelinhas dos discursos conservadores que ecoam pela cidade. É o sujeito jovem, que não tem nada a perder, sem temor, subversivo ao olhar repressor, o homem novo que acredita ter o mundo à sua disposição, pronto para enfrentar as adversidades e os poderes, de onde quer que venham. O que não significa que não haja nostalgia: o sujeito não é mais criança, os pais estão sob sua responsabilidade &#8211; e reatar os laços com o passado, que permanece intacto, faz que o que antes era obstáculo, agora seja ponto de encontro do consigo próprio. A perda &#8211; e toda melancolia da canção tem núcleo aí &#8211; não está só nas mudanças externas, mas principalmente no desaparecimento daquela capacidade de &#8220;largar tudo impunemente&#8221;, expresso no retorno &#8220;envelhecido e hesitante&#8221;.</p>
<p>Os &#8220;sonhos que eu sonhei, a &#8220;leveza dos amores que eu desperdicei&#8221;, &#8220;As brigas que eu comprei&#8221;, os &#8220;amores inconfessos&#8221;: são estes os atos e as intenções que moveram o sujeito, no passado circunscrito pela cidade de Araguari, a voltar a ela. O encontro do sujeito do passado com o sujeito do presente ganha expressão em &#8220;Araguari I&#8221;, e por mais que esse enlace soe caótico, na obra de Jair Naves ele ganha coerência artística e acaba por transcender a experiência pessoal e reverberar na cultura brasileira, no público e em mim, que partilho das mesmas nostalgias.</p>
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		<title>Cedo e Sentado com Jair Naves, Apanhador Só e Bicicletas de Atalaia</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 10:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barizon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Apanhador Só]]></category>
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		<category><![CDATA[Studio SP]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/03/29/cedo-e-sentado-com-jair-naves-apanhador-so-e-bicicletas-de-atalaia/' addthis:title='Cedo e Sentado com Jair Naves, Apanhador Só e Bicicletas de Atalaia'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Hoje, 29/03, rola o último Cedo e Sentado Fora do Eixo do mês, que traz três bandas com letras marcantes ao Studio SP: de Porto Alegre vem o Apanhador Só, de Aracaju as Bicicletas de Atalaia e de São Paulo toca o Jair Naves. A entrada é GRATUITA a noite toda, além dos shows o público poderá curtir o [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2011/03/29/cedo-e-sentado-com-jair-naves-apanhador-so-e-bicicletas-de-atalaia/' addthis:title='Cedo e Sentado com Jair Naves, Apanhador Só e Bicicletas de Atalaia' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Cedo-e-Sentado-Apanhador-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4016" title="Cedo e Sentado" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Cedo-e-Sentado-Apanhador-01.jpg" alt="Cedo e Sentado" width="500" height="683" /></a></p>
<p>Hoje, 29/03, rola o último <strong>Cedo e Sentado Fora do Eixo</strong> do mês, que traz três bandas com letras marcantes ao Studio SP: de Porto Alegre vem o <strong><a href="http://www.myspace.com/apanhador" target="_blank">Apanhador Só</a></strong>, de Aracaju as <strong><a href="http://www.myspace.com/bicicletasdeatalaia" target="_blank">Bicicletas de Atalaia</a></strong> e de São Paulo toca o <strong><a href="http://www.myspace.com/jairnaves" target="_blank">Jair Naves</a></strong>.</p>
<p>A entrada é GRATUITA a noite toda, além dos shows o público poderá curtir o som do <strong>DJ Mok</strong>, a <strong>Banquinha Fora do Eixo</strong> com produtos de cultura independnte de todo o Brasil, e a mixagem visual dos VJs do <strong>Clube de Cinema</strong>.</p>
<p><strong>Serviço</strong>:</p>
<p><strong>Cedo e Sentado com Jair Naves, Apanhador Só e Bicicletas de Atalaia</strong><br />
29/03, terça-feira, 21h<br />
Studio SP &#8211; Rua Augusta, 591<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>A noite em que amigos de longa data se reuniram!</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/23/a-noite-em-que-amigos-de-longa-data-se-reuniram/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 09:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djpardal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audio]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro de Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Araguari]]></category>
		<category><![CDATA[Baritone Records]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Jair Naves e Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Mais Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Pixinguinha em 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/23/a-noite-em-que-amigos-de-longa-data-se-reuniram/' addthis:title='A noite em que amigos de longa data se reuniram!'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Encontro de Titãs Mais Massa apresenta Jair Naves e Los Porongas na Livraria da Esquina No último dia 15 de abril, quinta-feira, lá pelas 22h, na Livraria da Esquina, aconteceu mais uma edição do Projeto Mais Massa (www.maismassa.com.br), em que a banda Los Porongas recebeu Jair Naves, de São Paulo. Impressões: Pessoal, que noite mais [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/23/a-noite-em-que-amigos-de-longa-data-se-reuniram/' addthis:title='A noite em que amigos de longa data se reuniram!' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Encontro de Titãs </strong></p>
<p><em>Mais Massa apresenta Jair Naves e Los Porongas na Livraria da Esquina </em></p>
<p>No último dia 15 de abril, quinta-feira, lá pelas 22h, na Livraria da Esquina, aconteceu mais uma edição do Projeto Mais Massa (<a href="www.maismassa.com.br">www.maismassa.com.br</a>), em que a banda Los Porongas recebeu Jair Naves, de São Paulo.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-8.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2716" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-8-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em><strong>Impressões:</strong></em></p>
<p>Pessoal, que noite mais massa hein, muitos sentimentos, muita dor, paixão e emoção,um evento fratenal, de comoção e peso, em meio a canções profundas, sombrias, pensantes e requintadas de sutilezas e muito amor.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4xnKO6wPfrk&amp;feature=related">Los Porongas &#8211; A Verdade &#8211; Mais Massa &#8211; Livraria da Esquina </a></p>
<p>A noite em que amigos de longa data se reuniram numa massa de emoções sem precedentes.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-16.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2717" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-16-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Presença dos queridos, Charme Chulo, Fábio Cardelli, Bruno Souto, Paula Balduino, Mariana Cobra e Fernando da Punksaravá entre outros&#8230;e não faltaram homenagens&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JShN22c8Q9Y"><br />
Jair Naves &#8211; Araguari II (Meus Dias de Vândalo) &#8211; Mais Massa &#8211; Livraria da Esquina</a></p>
<p><strong>Los Porongas</strong> (<a href="http://www.myspace.com/losporongas">www.myspace.com/losporongas</a>)<br />
<strong>Jair Naves</strong> (<a href="http://www.myspace.com/jairnaves">www.myspace.com/jairnaves</a>)</p>
<p><strong>Projeto Mais Massa</strong><br />
<strong>Jair Naves e Los Porongas</strong><em><br />
15/04/2010 &#8211; a partir das 22h<br />
Na Livraria da Esquina &#8211; Rua do Bosque, 1254<br />
R$ 15 ou R$ 10 com nome na lista: <a href="lista@maismassa.com.br">lista@maismassa.com.br</a></em></p>
<p><em><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-47.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2718" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/los-porongas-e-jair-naves-@-mais-massa-Everton-Pardal-47-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></em></p>
<p><em><a href="http://br.youtube.com/djpardalpatati">Vídeos da Apresentação </a><br />
</em><br />
<em><a href="http://www.flickr.com/photos/djpardal/sets/72157623871458900/">Fotos da Apresentação </a></em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JShN22c8Q9Y"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JShN22c8Q9Y"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/23/a-noite-em-que-amigos-de-longa-data-se-reuniram/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O encontro das feras em Sampa! Los Porongas e Jair Naves no Projeto Mais Massa</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/12/o-encontro-das-feras-em-sampa-los-porongas-e-jair-naves-no-projeto-mais-massa/</link>
		<comments>http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/12/o-encontro-das-feras-em-sampa-los-porongas-e-jair-naves-no-projeto-mais-massa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 07:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djpardal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Máquina do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro de Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Araguari]]></category>
		<category><![CDATA[Baritone Records]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Naves]]></category>
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		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Mais Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Pixinguinha em 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/12/o-encontro-das-feras-em-sampa-los-porongas-e-jair-naves-no-projeto-mais-massa/' addthis:title='O encontro das feras em Sampa! Los Porongas e Jair Naves no Projeto Mais Massa'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>No dia 15 de abril, quinta-feira, a partir das 22h, na Livraria da Esquina, acontece mais uma edição do Projeto Mais Massa (www.maismassa.com.br), em que a banda Los Porongas recebe Jair Naves, de São Paulo. Los Porongas (www.myspace.com/losporongas) A banda que colocou o Acre no mapa da música brasileira começou sua trajetória em 2003, quando [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/12/o-encontro-das-feras-em-sampa-los-porongas-e-jair-naves-no-projeto-mais-massa/' addthis:title='O encontro das feras em Sampa! Los Porongas e Jair Naves no Projeto Mais Massa' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 15 de abril, quinta-feira, a partir das 22h, na <strong>Livraria da Esquina</strong>, acontece mais uma edição do <strong>Projeto Mais Massa</strong> (<a href="http://www.maismassa.com.br">www.maismassa.com.br</a>), em que a banda <strong>Los Porongas</strong> recebe <strong>Jair Naves</strong>, de São Paulo.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/flyer.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2638" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/flyer-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>Los Porongas</strong> (<a href="http://www.myspace.com/losporongas">www.myspace.com/losporongas</a>)</p>
<p>A banda que colocou o Acre no mapa da música brasileira começou sua trajetória em 2003, quando Diogo Soares (letras e voz), João Eduardo (guitarra, teclado, efeitos), Márcio Magrão (baixo) e Jorge Anzol (bateria) passaram a tocar juntos. O grupo logo chamou atenção da crítica especializada e se firmou como um dos mais talentosos e promissores nomes da nova safra do rock independente nacional. O CD de estréia, lançado em 2007 pelo selo Senhor F, foi gravado e produzido por Philippe Seabra (Plebe Rude) e reproduz em cada faixa a intensidade da banda. O CD figurou em dezenas de listas dos grandes lançamentos do ano, com destaque para a indicação entre os 25 melhores álbums de 2007, da revista Rolling Stone.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/©-Ezyê-Moleda-Mais-massa-los-porongas-e-o-sonso-mais1_11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2641" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/©-Ezyê-Moleda-Mais-massa-los-porongas-e-o-sonso-mais1_11.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Em 2008, lançaram seu primeiro DVD, que faz parte da coleção Toca Brasil do Itaú Cultural. O trabalho mostra a trajetória da banda, suas influências e sua visão da cena musical independente através de depoimentos dos integrantes e de pessoas que fazem parte de sua história, como Philippe Seabra. O DVD também traz versões ao vivo de “Nada Além”, “Enquanto Uns Dormem”, “Suspeito de Si”, “O Escudo”, entre outras. O DVD foi lançado no programa “Altas Horas”, da Rede Globo.</p>
<p>Há quase três anos residindo em são Paulo, a banda prepara o lançamento de seu aguardado segundo álbum, depois de ter sido contemplada pelo Projeto Pixinguinha em 2009.</p>
<p><strong>Jair Naves </strong>(<a href="http://www.myspace.com/jairnaves">www.myspace.com/jairnaves</a>)</p>
<p>Araguari, primeiro trabalho solo de Jair Naves, chega ao público na forma de EP em janeiro de 2010. Na primeira audição e na passada de olhos pelos títulos das canções, percebe-se a homenagem à cidade que dá título ao trabalho e que fica ao norte do Triângulo Mineiro, celebrizada no cinema nacional pelo filme O Caso dos Irmãos Naves, sobre a prisão, tortura e morte de dois irmãos que confessaram um crime que jamais cometeram. Mas Araguari é também e principalmente um mergulho na memória do compositor, que passou parte da infância na cidade. As lembranças e experiências do compositor conduzem as canções, por vezes, ao lirismo das modas de viola e à nostalgia invertida das lacunas de quem se viu à margem; em outras, à volubilidade de quem não acredita mais no amor, mas que se vê surpreendido pela paixão; finalmente, ao travo da injustiça e do desajuste que Jair parece ter herdado da história da cidade.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Jair-Naves-Foto-por-Patrícia-Caggegi.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2642" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/Jair-Naves-Foto-por-Patrícia-Caggegi-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Há uma gota de Álvaro de Campos, heterônimo do português Fernando Pessoa, especialmente na última canção do trabalho, como se o sujeito poético de Jair relesse a Tabacaria e as duas Lisbon Revisited e compusesse, à sua moda, de viola ou de guitarra elétrica, o imaginário pessoal cujo espelho é sempre uma Araguari, ao mesmo tempo, distante e presente, da infância e da vida madura, da falta e da completude. Finalmente: a Araguari deste mesmo Jair Naves da São Paulo de 2010 e de um outro, o que deixou a inocência na cidade mineira e que recupera, apresenta e confessa os fragmentos e desajustes de si próprio nas canções de Araguari.</p>
<p><strong>Projeto Mais Massa<br />
Jair Naves e Los Porongas</strong><br />
15/04/2010 &#8211; a partir das 22h<br />
Na Livraria da Esquina &#8211; Rua do Bosque, 1254<br />
R$ 15 ou R$ 10 com nome na lista: <a href="lista@maismassa.com.br">lista@maismassa.com.br</a></p>
<p><strong><em>&#8221; Em nome da família Identidade Musical, todos os amigos e apreciadores de boa música estão convidados!&#8221;</em></strong></p>
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		<title>Jair Naves na Outs, sexta-feira, dia 19 de março</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2010/03/17/jnouts/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 04:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Naves]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/03/17/jnouts/' addthis:title='Jair Naves na Outs, sexta-feira, dia 19 de março'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Uma das chances mais significativas que tive desde que comecei a trabalhar com música independente foi escrever o release do novo EP de Jair Naves, Araguari &#8211; cidade que conheço bem, mas que já quase se me apagara da memória. Aí veio Jair, com as lembranças dele, trazendo as minhas à tona, num turbilhão que [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/03/17/jnouts/' addthis:title='Jair Naves na Outs, sexta-feira, dia 19 de março' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/SEXTA_19_03_2010_JAIRNAVES-copy2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2413" title="SEXTA_19_03_2010_JAIRNAVES copy" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/SEXTA_19_03_2010_JAIRNAVES-copy2-682x1023.jpg" alt="" width="546" height="818" /></a></p>
<p>Uma das chances mais significativas que tive desde que comecei a trabalhar com música independente foi escrever o release do novo EP de Jair Naves, <em>Araguari</em> &#8211; cidade que conheço bem, mas que já quase se me apagara da memória. Aí veio Jair, com as lembranças dele, trazendo as minhas à tona, num turbilhão que vivi na semana em que me perdi para escrever o texto, que segue abaixo:</p>
<p><em><strong>Araguari</strong></em><em>, primeiro trabalho solo de Jair Naves, chega ao público na forma de EP em fevereiro de 2010. Na primeira audição e na passada de olhos pelos títulos das canções, percebe-se a homenagem à cidade que dá título ao trabalho e que fica ao norte do Triângulo Mineiro, celebrizada no cinema nacional pelo filme </em><em><strong>O Caso dos Irmãos Naves</strong></em><em>, sobre a prisão, tortura e morte de dois irmãos que confessaram um crime que jamais cometeram. Mas </em><em><strong>Araguari</strong></em><em> é também e principalmente um mergulho na memória do compositor, que passou parte da infância na cidade. As lembranças e experiências do músico conduzem as canções, por vezes, ao lirismo das modas de viola e à nostalgia invertida das lacunas de quem se viu à margem; em outras, à volubilidade de quem não acredita mais no amor, mas que se vê surpreendido pela paixão; finalmente, ao travo da injustiça e do desajuste que Jair parece ter herdado da história da cidade.</em></p>
<p><em>Em </em><em><strong>Araguari I</strong></em><em><strong> (Meus Amores Inconfessos)</strong></em><em>, primeira faixa do EP – em cuja introdução se ouvem, ao fundo, diálogos do supracitado </em><em>O<strong> Caso dos Irmãos Naves</strong></em><em> – a linha de baixo e a da melodia vocal aludem à música sertaneja de raiz, conferindo à canção o lirismo típico da região. O arranjo como um todo, entretanto, renova o gênero e lhe confere atualidade, fazendo que </em><em><strong>Araguari I (Meus Amores Inconfessos)</strong></em><em><strong> </strong>seja a ponte musical e temporal entre a inocência perdida na cidade, de um lado, e a avaliação presente que Jair faz das experiências vividas, de outro. Duas faces da mesma moeda, face e reflexo invertido no espelho: é por meio das brigas compradas, das canções entoadas e dos amores inconfessos do título que a vida de hoje é investigada, como se a Araguari da infância, no que lhe faltava ou sobrava, orientasse o sentido da vida presente.</em></p>
<p><em><strong>Silenciosa</strong></em><em> é fortemente marcada pela parceria vocal com Júlia Frate e pelo arranjo simples, apenas com violão e piano. É a canção da fratura amorosa, mas sem os exageros da paixão. O que se ouve é um eu conformado, desacreditado do amor, mas que acaba por pacificar-se por constatar que “se não deu certo com a gente, acho que nunca vai dar”. Não é exatamente a separação que aflige, mas o fato de ela ter sido </em><em>consensual, sem discussões, civilizada</em><em>: o eu que canta não se reconhece ao experimentar uma crise sem arroubos extremos. Daí que a canção, além de lamentar o divórcio com o outro, evidencia o estranhamento do eu com ele próprio – e outra vez é o universo subjetivo e íntimo que orienta as avaliações da realidade objetiva.</em></p>
<p><em>Em </em><em><strong>De branquidão hospitalar, queimando em febre, eu me apaixonei</strong></em><em>, a desesperança da faixa anterior é substituída por uma paixão febril, em que o </em><em>eu</em><em> se confunde, em todos os níveis da canção, com o </em><em>você</em><em>. Com um arranjo à moda da década de oitenta, esse amálgama idealizado se manifesta no título, com a impressão de que quem tem febre – e delira – é o eu, ao contrário do que se observa nos primeiros versos, em que o </em><em>você</em><em> é que faz o papel de “demônio enfermo”. O espelhamento entre os amantes também se revela claramente em “O que em mim você reconhece, eu reconheço em você” e no backing vocal feminino repetindo ao fundo a frase “não estou só”.</em></p>
<p><em>Mas é em </em><em><strong>Araguari II</strong></em><em><strong> (Meus Dias de Vândalo)</strong></em><em><strong> </strong>que desponta largamente a entoação vocal de Jair Naves, equilibrando-se entre a canção e a declamação poética, para fazer perceber o ser sensível que está por trás da voz que canta. A letra retoma a sensação subjetiva do desajuste e da inaptidão, além da falência da relação amorosa que vimos nascer inusitada na canção anterior. E a conclusão não poderia ser diferente, já que a cidade que dá título ao trabalho parece ocupar todos os espaços e todos os tempos, ainda que de forma implícita: “Talvez fosse preferível / que eu nunca tivesse saído / de onde eu nasci, / de Araguari”, em que a cidade mineira da infância, ainda que distante, serve mais uma vez de ponto de fuga ou de perspectiva, delimitando as impressões no presente urbano do já decênio século vinte e um.</em></p>
<p><em>Há uma gota de Álvaro de Campos, heterônimo do português Fernando Pessoa, especialmente na última canção, como se o sujeito poético de Jair relesse a </em><em>Tabacaria</em><em> e as duas </em><em>Lisbon Revisited</em><em> e compusesse, à sua moda, de viola ou de guitarra elétrica, o imaginário pessoal cujo espelho é sempre uma Araguari, ao mesmo tempo, distante e presente, da infância e da vida madura, da falta e da completude. Finalmente: a Araguari deste mesmo Jair Naves da São Paulo de 2010 e de um outro, o que deixou a inocência na cidade mineira e que recupera, apresenta e confessa os fragmentos e desajustes de si próprio nas canções de </em><em><strong>Araguari</strong></em><em>.</em></p>
<p><em><span style="font-style: normal;">Só não vou lá porque <a href="http://www.rockfeminino.org/programacao.php" target="_blank">Barizon e eu vamos dar uma palestras no Festival Rock Feminino</a>, no mesmo dia e horário. Por essa falta quase imperdoável, prometo, antes da <a href="http://identidademusical.com.br/bda/2010/03/06/clndrmam2010/" target="_blank">apresentação do mesmo Jair Naves no Mais Massa, dia 18 de abril</a>, um texto de análise de uma das quatro canções.</span></em></p>
<p><strong><em>Serviço</em></strong><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Jair Naves na Outs, dia 19 de março, sexta-feira<br />
Rua Augusta, 486 www.clubeouts.com.br<br />
Abertura às 23h<br />
R$ 13 de entrada</em></p>
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