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	<title>Blog da Identidade Musical &#187; madame saatan</title>
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		<title>V Festival Se Rasgum divulga programaçao</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 10:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Se Rasgum]]></category>
		<category><![CDATA[Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/10/30/v-festival-se-rasgum-divulga-programacao/' addthis:title='V Festival Se Rasgum divulga programaçao'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Da assessoria de imprensa do Festival, por email Otto, The Slackers, Dona Onete, André Abujamra, Graforréia Xilarmônica, Madame Saatan e os combinados Los Porongas com Dado Villa-Lobos e Odair José com Dead Lover’s Twisted Heart chegam para a quinta edição do Festival Se Rasgum. Serão mais de 25 shows nos palcos do Hangar (12 de [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/10/30/v-festival-se-rasgum-divulga-programacao/' addthis:title='V Festival Se Rasgum divulga programaçao' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da assessoria de imprensa do Festival, por email</p>
<p><em>Otto, The Slackers, Dona Onete, André Abujamra, Graforréia Xilarmônica, Madame Saatan e os combinados Los Porongas com Dado Villa-Lobos e Odair José com Dead Lover’s Twisted Heart chegam para a quinta edição do Festival Se Rasgum. Serão mais de 25 shows nos palcos do Hangar (12 de novembro) e African (13 e 14) com o melhor da nova música brasileira.</em></p>
<p>Novembro é mês de Festival Se Rasgum. E de uma programação especial na quinta edição do evento que conquistou Belém com sua diversidade musical, trazendo entre suas apostas shows que vão do indie rock lo-fi ao ska-reggae, passando pelo brega, heavy metal, pop e guitarrada. O V Festival Se Rasgum traz a Belém <strong>Otto, Cidadão Instigado, André Abujamra, Emicida, Graforréia Xilarmônica, Cabruêra, Lê Almeida, Dubalizer, Graveola e o Lixo Polifônico</strong> e os shows combinados <strong>Odair José com Dead Lover’s Twisted Heart</strong> e <strong>Los Porongas com Dado Villa-Lobos</strong>, além de uma atração internacional, a norte-americana <strong>The Slackers</strong>.</p>
<p>As convidadas de fora chegam para contracenar com o melhor da nova música paraense, representada pela guitarrada de Pio Lobato; o flashbrega de <strong>Nelsinho Rodrigues</strong>; o experimentalismo regional com cúmbia de <strong>Félix Y Los Carozos</strong> (projeto de ex-integrantes do La Pupuña); o carimbó da compositora paraense <strong>Dona Onete</strong>; e dois grandes representantes do rock locais: <strong>Madame Saatan</strong> &#8211; que finalmente se apresenta em Belém depois de mais de um ano &#8211; e a veterana <strong>Delinqüentes</strong>. Além das seis bandas que passaram pela aprovação do público e jurados nas Seletivas: <strong>Bruno B.O, Mostarda na Lagarta, Dharma Burns, Paris Rock, Projeto Secreto Macacos</strong> e <strong>Felipe Cordeiro</strong>.</p>
<p>Serão dois palcos onde as atrações se revezarão sem intervalos entre os shows, além do já tradicional Laboratório, que este ano receberá o tratamento do site Música Paraense (<a href="http://www.musicaparaense.org/" target="_blank">www.musicaparaense.org</a>), que juntamente com a curadoria do Se Rasgum dará ao espaço (a boate refrigerada dentro do African) DJs, shows e projetos dedicados à música paraense. A estrutura do Festival ainda abraça a feira de moda paraense, praça de alimentação e Ecolounge (espaço voltado ao descanso do público e à conscientização ambiental), além de  cultura urbana, representada por ações de grafitagem e stêncil.</p>
<p>O evento terá ainda venda de CDs, camisetas e souveniers do evento, além de uma Praça de Alimentação diversificada, incluindo a culinária paraense.</p>
<p>Todas as informações sobre o evento estão no site <a href="http://www.serasgum.com.br/" target="_blank">www.serasgum.com.br</a>. O Festival Se Rasgum integra o Conexão Vivo &#8211; iniciativa da Vivo voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro &#8211; e será transmitido ao vivo pelo Portal <a href="http://www.conexaovivo.com.br/" target="_blank">www.conexaovivo.com.br</a>. O Se Rasgum é filiado à Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes.</p>
<p><strong>Diversidade</strong></p>
<p>A festa de abertura do V Festival Se Rasgum no Hangar terá um convidado muito especial, o compositor-ator-arranjador André Abujamra. Líder da banda Karnak, filho do ator Antônio Abujamra e um dos compositores brasileiros mais criativos e sem fronteiras, Abujamra será a atração de encerramento da festa de abertura, que dá largada para o V Festival Se Rasgum. A noite ainda terá os shows do rockão de baixo, bateria e voz do trio mineiro <strong>The Hell’s Kitchen Project</strong>, e dos locais <strong>Dona Onete</strong> e <strong>Felipe Cordeiro</strong>, além das discotecagens de DJs convidados especialmente para a ocasião, como <strong>Marcelinho Da Lua</strong> (da banda Bossa Cuca Nova) e <strong>Patrick Tor4</strong>, que se apresentam no palco principal após o show de André Abujamra. E no deck do Hangar quem vai fazer comandar o lado B da festa são os <strong>DJs Meachuta (</strong>Pedro, Maurício e Gil), junto com o convidado <strong>Pedro D&#8217;eyrot</strong> (do Bonde do Rolê).</p>
<p>Percussionista da primeira formação de Nação Zumbi e Mundo Livre SA, o pernambucano <strong>Otto</strong> também faz sua estréia nos palcos paraenses apresentando o resgate de ritmos brasileiros fundidos à eletrônica, sonoridade que virou a marca de seu trabalho. A banda de Otto traz ainda Pupilo, baterista da banda Nação Zumbi, e Fernando Catatau, gênio por trás da banda <strong>Cidadão Instigado</strong>, outra atração inédita em Belém e que se apresentará no V Se Rasgum.</p>
<p>Ícone maior do brega brasileiro e gênio criador de dezenas de hits populares, o goiano <strong>Odair José</strong> se apresenta ao lado dos mineiros do <strong>Dead Lover’s Twisted Heart</strong>, já conhecidos do público paraense desde a última edição do Se Rasgum. Já os acreanos do <strong>Los Porongas</strong> fazem uma apresentação memorável ao lado de <strong>Dado Villa-Lobos</strong>, ex-guitarrista da Legião Urbana, banda que embalou uma geração e, mesmo extinta, continua a agregar novos fãs.</p>
<p>Das quebradas do bairro novaiorquino do Brooklyn vem os lendários <strong>The Slackers</strong>, com sua mistura de ska, rocksteady, dub e garage rock, acrescentando em grande estilo o tempero gringo do Festival.</p>
<p>Autor do explosivo hit “Me Libera”, <strong>Nelsinho Rodrigues</strong> e sua baladeira representam o grande momento do flashbrega paraense em uma das apresentações mais surpreendentes do Festival Se Rasgum. Consagrado na cena nacional, <strong>Pio Lobato</strong> segue destilando a guitarrada que ajudou a redescobrir, enquanto <strong>Félix Y Los Carozos</strong>flertam também com a cúmbia e o carimbó, trazendo ao palco diversas participações especiais, como Pro.efx e Gaby Amarantos.</p>
<p>Além das grandes atrações locais e nacionais, o Festival aposta ainda nas seis vencedoras das Seletivas Se Rasgum, realizadas em setembro em Belém. O hip hop de <strong>Bruno BO</strong>, o brit pop da <strong>Dharma Burns</strong>, o rock n roll escrachado da <strong>Mostarda na Lagarta</strong>, o experimentalismo do <strong>Projeto Secreto Macacos</strong>, o indie rock da <strong>Paris Rock</strong> e a lambada de <strong>Felipe Cordeiro</strong> foram classificados entre mais de 100 bandas inscritas e têm no Festival Se Rasgum a oportunidade de mostrar seus trabalhos para o grande público.</p>
<p><strong>Coleta seletiva</strong></p>
<p>A parceria do Festival Se Rasgum continua com a ONG No Olhar, que realizará ações ambientais durante o evento, como a coleta seletiva e o projeto “Amigo do Catador”. O projeto da ONG é feito através da Associação dos Catadores de Lixo.</p>
<p><strong>Conexão Vivo</strong></p>
<p>Dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.</p>
<p>O Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece agora com o Se Rasgum e outros festivais independentes como o Jambolada, Arte na Praça, Primeiro Campeonato de Surf Music e 53 HC (Minas Gerais), Omelete Marginal (Espírito Santo) e Coquetel Molotov (Pernambuco).</p>
<p>A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no<a href="http://www.vivo.com.br/cultura" target="_blank">www.vivo.com.br/cultura</a>. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal <a href="http://www.conexaovivo.com.br/" target="_blank">www.conexaovivo.com.br</a>.</p>
<p><strong>Laboratório MúsicaParaense.Org</strong></p>
<p>Conquistando seu espaço como o terceiro palco do Festival Se Rasgum, o Laboratório começou como um projeto reservado para DJs, sons experimentais e pequenos shows. Na quinta edição, o espaço ganha força como Laboratório MúsicaParaente.Org, voltado para os DJs, bandas e artistas locais que representam as novas tendências da música do estado. A programação terá DJs como Pro.efx, Bembom e João Brasil (num link ao vivo de Londres, especial para o Festival Se Rasgum), e shows da Gang do Eletro, Proe.fx e um show que reúne as cantoras Juliana Sinimbu, Aila Magalhães e o cantor Arthur Nogueira.</p>
<p><strong>II Semana de Profissionalização da Música Paraense</strong></p>
<p>Dando continuidade ao projeto que teve sua primeira edição realizada no ano passado, a II Semana de Profissionalização da Música Paraense será realizada de 9 a 12 de novembro no Sebrae Pará, fortalecendo a parceria que estimula a formação de novos profissionais. Aposta também no empreendorismo na área cultural, tanto dentro da produção musical como artística, técnica, empreendedorismo, gestão e direito, além de fortalecer discussões referentes à economia criativa e políticas públicas culturais. Serão oficinas, palestras e debates realizados durante a tarde e à noite no Sebrae Pará. A programação completa da II Semana de Profissionalização da Música Paraense será divulgada em breve, também no site do Festival.</p>
<p>A parceria do V Festival Se Rasgum com o Sebrae se repete Na II Semana de Profissionalização da Música Paraense. O Sebrae investe na iniciativa no mercado musical dentro do projeto Pará Pró Música.</p>
<p>A programação inclui um Workshop de Formação de Roadie, Produção Musical, Oficina de Luthieria, Técnica de Improvisação e Prática de Grupo, entre outros.</p>
<p>A II Semana de Profissionalização da Música Paraense será aberta ao público, mirando seu foco em artistas e profissionais da música. A Semana será divida em quatro eixos temáticos: Artística e Técnica; Comunicação, Inovação e Tecnologia; Empreendedorismo, Gestão e Direito; Economia Criativa, Sustentabilidade e Educação.</p>
<p><strong>Festival Se Rasgum</strong></p>
<p>O Festival Se Rasgum surgiu com o objetivo de expandir a musica independente do Pará para todo o País e tem hoje a força cultural não só do cenário musical da região, mas uma das maiores vitrines da música moderna para todo o Brasil e para o mundo.</p>
<p>Em sete anos de atividades, a Se Rasgum trouxe a Belém mais de 60 nomes de todas as regiões do Brasil e quatro atrações internacionais, dos EUA, Canadá, Suécia e Uruguai, além de ter dado espaço para um número muito maior de bandas locais. Em 2009, 106 bandas paraenses de diferentes gêneros e estilos se inscreveram para participar do Festival, numa clara demonstração do apelo que o evento possui hoje entre a classe artística do Estado. Este ano não foi diferente: mais de 100 bandas enviaram seus materiais buscando uma das 20 vagas para tocar nas Seletivas.</p>
<p>Sucesso de público e crítica, o terceiro Festival Se Rasgum, realizado em 2008, encravou o Pará definitivamente na rota do circuito de festivais do País. Quebrou barreiras históricas entre alguns estilos ao reunir num só festival ritmos como rock, guitarrada, carimbó, tecnobrega, dub, reggae, hip hop, indie, eletrorock, gótico, hardcore, punk, samba rock e tantas outras coisas que ainda estão por ser rotuladas.</p>
<p>Desde então, unindo cultura pop, respeito ao meio ambiente e responsabilidade social, o Festival tornou-se um dos cinco festivais mais importantes da atualidade, conforme apontou a Revista Bravo!, uma das mais respeitadas publicações de cultura do País. O Brasil vive, atualmente, uma grande renovação musical &#8211; em termos criativos e de mercado &#8211; com bandas e artistas surgindo de todas as regiões do país, e a Se Rasgum acompanha de perto essa movimentação.</p>
<p>Festivais como o Se Rasgum permitem que novas bandas consigam chegar mais próximo de seus fãs, um publico exigente e cada vez mais ávido por novidade e originalidade, dando ênfase aos mesmos festivais que, nos anos 60 e 70, revelaram talentos como Gilberto Gil, Chico Buarque e Edu Lobo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">*PROGRAMAÇÃO</span></strong></p>
<p><strong>SEXTA – 12.11 &#8211; Hangar</strong></p>
<p><em>[A partir das 22h]</em></p>
<p>André Abujamra (SP)</p>
<p>Felipe Cordeiro (PA)</p>
<p>Dona Onete (PA)</p>
<p>The Hell’s Kitchen Project (MG)</p>
<p><strong>+ DJ convidados</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Palco:</span></p>
<p>Marcelinho da Lua (Bossa Cuca Nova – RJ)</p>
<p>Patrick Tor4</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Deck:</span></p>
<p>Pedro D’eyrot (Bonde do Rolê – PR)</p>
<p>DJs Meachuta</p>
<p><strong>SÁBADO – 13.11</strong></p>
<p><em>[a partir das 20h]</em></p>
<p>Otto (PE)</p>
<p>Félix Y Los Carozos (PA)</p>
<p>Cidadão Instigado (CE/SP)</p>
<p>Nelsinho Rodrigues (PA)</p>
<p>Odair José (GO) + Dead Lover’s Twisted Heart (MG)</p>
<p>Graforréia Xilarmônica (RS)</p>
<p>Cabruêra (PB)</p>
<p>Lê Almeida (RJ)</p>
<p>Soatá (DF)</p>
<p>Dharma Burns (PA)</p>
<p>Mostarda na Lagarta (PA)</p>
<p><strong>DOMINGO – 14.11</strong></p>
<p><em>[a partir das 20h]</em></p>
<p>The Slackers (EUA)</p>
<p>Madame Saatan (PA)</p>
<p>Los Porongas (AC) + Dado Villa-Lobos (RJ)</p>
<p>Pio Lobato (PA)</p>
<p>Emicida (SP)</p>
<p>Graveola e o Lixo Polifônico (MG)</p>
<p>Delinquentes (PA)</p>
<p>Bruno B.O (PA)</p>
<p>Dubalizer (SP)</p>
<p>Projeto Secreto Macacos (PA)</p>
<p>Paris Rock (PA)</p>
<p><strong>LABORATÓRIO MÚSICA <a href="http://paraense.org/" target="_blank">PARAENSE.ORG</a></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SÁBADO – 13.11</span></strong></p>
<p>19h &#8211; DJ David Sampler</p>
<p>20h &#8211; V.N – (Vida Noturna)</p>
<p>21h &#8211; DJ Pro.Efx</p>
<p>22h &#8211; Mestre Juvenal</p>
<p>23h &#8211; Machines Of Shiva</p>
<p>0h &#8211; DJ Zenildo (Brasilândia)</p>
<p>1h &#8211; Cocota de Ortega</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">DOMINGO – 14.11</span></strong></p>
<p>19h &#8211; DJ João Brasil (Link Belém/Londres)</p>
<p>20h &#8211; Árvore Ar</p>
<p>21h &#8211; DJs Bem bom</p>
<p>22h &#8211; Sinimbú + Aíla + Nogueira</p>
<p>23h &#8211; DJs Bernardo (Bassemotion) / Albery (Tuntz)</p>
<p>0h &#8211; Yeman Jah Root</p>
<p>1h &#8211; DJ Waldo Squash, Maderito e Gang do Eletro</p>
<p><em>*A programação está sujeita a alteração</em></p>
<p><strong>INGRESSOS À VENDA:</strong></p>
<p>Passaporte para as três noites: R$ 40,00 (meia<strong>*</strong> / 1º lote), R$ 50,00 (meia / 2º lote) e R$ 60,00 (meia / 3º lote)</p>
<p>Ingressos antecipados por dia <em>(apenas na semana do Festival)</em>: R$ 25,00 (meia<strong>*</strong>) para sábado ou domingo.</p>
<p>A partir do dia 25 de outubro, no quiosque do Boullevard Shopping, estaremos aceitando <strong>todos os cartões de crédito</strong>.</p>
<p>Ingressos por dia (na hora): R$ 30,00.</p>
<p>Pontos de venda: Ná Figueredo (Gentil Bittencourt, 449 e Estação das Docas) e no quiosque da Se Rasgum, no Boullevard Shopping (1º piso).</p>
<p><strong><em>* Meia entrada para clientes Vivo, Estudantes da Estácio – FAP e quem apresentar postal do evento na hora da compra.</em></strong></p>
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		<title>Novo clipe do Macaco Bong, por Priscilla Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 22:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
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		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[Priscilla Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/07/27/novo-clipe-do-macaco-bong-por-priscilla-brasil/' addthis:title='Novo clipe do Macaco Bong, por Priscilla Brasil'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Não tem jeito: Priscilla Brasil segue escrevendo parágrafos marcantes na história do rock brasileiro. Depois do clipe de &#8220;Devorados&#8221;, do Madame Saatan, ela nos presenteia com &#8220;Shift&#8221;, do Macaco Bong: Conheça Priscilla Brasil clicando aqui. Leia texto de análise do show do Macaco Bong, no Auditório Ibirapuera, clicando aqui. Faça o download gratuito e legal [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/07/27/novo-clipe-do-macaco-bong-por-priscilla-brasil/' addthis:title='Novo clipe do Macaco Bong, por Priscilla Brasil' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem jeito: Priscilla Brasil segue escrevendo parágrafos marcantes na história do rock brasileiro. Depois do clipe de <a href="http://vimeo.com/1269969" target="_blank">&#8220;Devorados&#8221;, do Madame Saatan</a>, ela nos presenteia com &#8220;Shift&#8221;, do Macaco Bong:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xeT6CT4xEY4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xeT6CT4xEY4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.greenvision.com.br/sobre/" target="_blank"><strong>Conheça Priscilla Brasil clicando aqui</strong></a>.</p>
<p><a href="http://identidademusical.com.br/blog/2010/01/17/mccbngadtbrpr/" target="_blank">Leia texto de <strong>análise do show do Macaco Bong</strong>, no Auditório Ibirapuera, <strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
<p><a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/servlet/SiteController?action=103&amp;albumId=1128131175" target="_blank">Faça o <strong>download gratuito e legal do álbum </strong></a><em><a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/servlet/SiteController?action=103&amp;albumId=1128131175" target="_blank"><strong>Artista Igual Pedreiro</strong></a></em><a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/servlet/SiteController?action=103&amp;albumId=1128131175" target="_blank">, do Macaco Bong clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Urbanaque disponibiliza &#8220;Urbanaque Sessions vol.01 e 02 de 2009&#8243;</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/05/urbanaque-disponibiliza-urbanaque-sessions-vol-01-e-02-de-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 23:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>djpardal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ouça no domingo]]></category>
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		<category><![CDATA[Volver e Nevilton]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/05/urbanaque-disponibiliza-urbanaque-sessions-vol-01-e-02-de-2009/' addthis:title='Urbanaque disponibiliza &#8220;Urbanaque Sessions vol.01 e 02 de 2009&#8243;'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Urbanaque Sessions Vol. 01 e 02? Durante o ano de 2009, a equipe do Urbanaque recebeu o que há de melhor na cena musical brasileira nos estúdios da Rádio Faap para as gravações do programa “Urbanaque Sessions”. Ao longo do ano, Los Porongas, Madame Saatan, Vanguart, Garotas Suecas, Black Drawing Chalks, Volver e Nevilton, gravaram [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2010/04/05/urbanaque-disponibiliza-urbanaque-sessions-vol-01-e-02-de-2009/' addthis:title='Urbanaque disponibiliza &#8220;Urbanaque Sessions vol.01 e 02 de 2009&#8243;' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Urbanaque Sessions Vol. 01 e 02?</strong></p>
<p>Durante o ano de 2009, a equipe do Urbanaque recebeu o que há de melhor na cena musical brasileira nos estúdios da Rádio Faap para as gravações do programa <strong>“Urbanaque Sessions”</strong>.</p>
<p>Ao longo do ano, <em><strong>Los Porongas, Madame Saatan, Vanguart, Garotas Suecas, Black Drawing Chalks, Volver e Nevilton</strong></em>, gravaram sets exclusivos e conversaram com nossa equipe, contanto novidades e curiosidades de suas carreiras.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, dessas sessões exclusivas nasceram os dois primeiros volumes da mais nova coletânea anual do Urbanaque: <strong>“Urbanaque Sessions Vol. 01 e Vol. 02”</strong>. Que vocês poderão baixar a partir desta quinta (1º), gratuitamente. E não é mentira!(&#8230;)</p>
<p>Eu conferi o trabalho que está muito bom, e conta com a produção da minha amiga de festivais independente Mariângela Carvalho,  e realização do Urbanaque. Através do <a href="http://bit.ly/aQ7xWN">link </a>você desfrutar destas ótimas coletâneas.<a href="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/urbanaque-sessions-vol-001-e-002.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2584" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/urbanaque-sessions-vol-001-e-002-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Noites do Bem com Los Porongas, O Sonso e discotecagem de Sammliz, do Madame Saatan</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2009/12/10/nbemprsns/</link>
		<comments>http://identidademusical.com.br/blog/2009/12/10/nbemprsns/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[Noites do Bem]]></category>
		<category><![CDATA[O Sonso]]></category>
		<category><![CDATA[Sammliz]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Barizon]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/12/10/nbemprsns/' addthis:title='Noites do Bem com Los Porongas, O Sonso e discotecagem de Sammliz, do Madame Saatan'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Encerrando as atividades da Identidade Musical no ano 2009, a oitava edição das Noites do Bem terá Los Porongas (AC) e O Sonso (CE) no palco, e Tiago Barizon e Sammliz, do Madame Saatan, nas pickups. Para conhecer Los Porongas, acesse o Myspace da banda (www.myspace.com/losporongas) e leia o texto sobre os caras, publicado aqui [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/12/10/nbemprsns/' addthis:title='Noites do Bem com Los Porongas, O Sonso e discotecagem de Sammliz, do Madame Saatan' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1607" title="noites do bem_brk_fundo" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/noitesdobem008_4501.jpg" alt="noites do bem_brk_fundo" width="450" height="635" /></p>
<p>Encerrando as atividades da Identidade Musical no ano 2009, a oitava edição das Noites do Bem terá <a href="http://www.myspace.com/losporongas" target="_blank">Los Porongas </a>(AC) e <a href="http://www.myspace.com/osonso" target="_blank">O Sonso</a> (CE) no palco, e <a href="http://identidademusical.com.br/blog/about/tiago-barizon/">Tiago Barizon</a> e <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan" target="_blank">Sammliz, do Madame Saatan</a>, nas pickups.</p>
<p>Para conhecer Los Porongas, acesse o Myspace da banda (<a href="http://www.myspace.com/losporongas">www.myspace.com/losporongas</a>) e leia o texto sobre os caras, publicado aqui no blog da Identidade Musical: <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/21/porongashowlivre/">http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/21/porongashowlivre/</a>. A energia dos Los Porongas ao vivo é arrepiante. Confira abaixo a música de abertura do <a href="http://www.maismassa.com.br" target="_blank">Projeto Mais Massa</a> na Livraria da Esquina:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z8iIgTj8MJM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Z8iIgTj8MJM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Para conhecer O Sonso, acesse o Myspace da banda (<a href="http://www.myspace.com/osonso">www.myspace.com/osonso</a>) e leia texto sobre os caras, publicado aqui no blog da Identidade Musical: <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/10/13/o-sonso/">http://identidademusical.com.br/blog/2009/10/13/o-sonso/</a>. No vídeo abaixo, Daniel Groove, o &#8220;amplificador físico da canção&#8221; dá espetáculo com O Sonso. Atenção ao solo de guitarra de Luka Schwab &#8211; só numa banda brilhante como O Sonso alguém consegue roubar a cena de Daniel:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9-FXsvpE5iA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9-FXsvpE5iA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Abaixo, o texto da Agência Entre Aspas sobre o evento</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Último Noites do Bem de 2009 reúne O Sonso e Los Porongas no palco da Livraria da Esquina</strong></p>
<p><em>Evento beneficente idealizado pela Identidade Musical será realizado no sábado, dia 12, em São Paulo e contará também com discotecagem de Sammliz, do Madame Saatan</em></p>
<p>As bandas O Sonso, do Ceará, e Los Porongas, do Acre, serão as atrações da última edição das Noites do Bem, que acontecerá neste sábado, dia 12, em São Paulo. Idealizado pela Identidade Musical, o evento beneficente é realizado mensalmente na Livraria da Esquina, na Barra Funda. Os ingressos custam R$ 15, mas quem doar um livro na entrada, paga R$ 10. Os volumes serão repassados a instituições filantrópicas.</p>
<p>Além de O Sonso e Los Porongas, a oitava edição do Noites do Bem terá também discotecagem de Tiago Barizon, do Identidade Musical, e da convidada especial Sammliz, vocalista do Madame Saatan &#8211; banda que se apresentou na primeira edição do evento, em maio de 2009.</p>
<p>“As Noites do Bem de dezembro terão um sabor especial. É a oitava edição do evento que fortaleceu na cena independente paulistana o conceito de ativismo social musical”, conta Rogério Duarte, diretor da Identidade Musical.</p>
<p>Nos palcos das Noites do Bem já passaram, além do Madame Saatan, nomes como Julia Car, Anacrônica, Jack &amp; Fancy, Nosotros, Dilei e QISP. Nas pickups, além de Barizon, cuja discotecagem se tornou sinônimo do evento, houve a presença de Pardal, jornalista e fomentador da cena independente nacional, e Jota Wagner, do Colors Sound System.</p>
<p>“As Noites do Bem de 12 de dezembro são mais do que especiais. Propomos, então, mais uma ressignificação: o fim do ano é cheio de eventos de trabalho, com amigos secretos desconfortáveis, comemorações falsas, abraços protocolares”, comenta Rogério. “Por isso, convidamos todos para as Noites do Bem, com Los Porongas e O Sonso, em que as amizades são públicas, reveladas e conhecidas. A comemoração é merecida e os abraços serão cheios de verdade”.</p>
<p><strong><em>Serviço</em></strong></p>
<p><em>O que:<br />
Noites do Bem</em></p>
<p><em>Quem:<br />
Com Os Sonso, Los Porongas, no palco<br />
Tiago Barizon e Sammliz nas pick ups</em></p>
<p><em>Quando:<br />
Sábado, dia 12</em></p>
<p><em>Onde:<br />
Na Livraria da Esquina,<br />
Rua do Bosque, 1236 &#8211; Barra Funda, SP<br />
</em><a href="http://www.livrariadaesquina.com.br"><em>www.livrariadaesquina.com.br</em></a></p>
<p><em>Como:<br />
Por R$ 15<br />
ou, na doação de um livro, R$ 10</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terceira Noite + Massa: Madame Saatan e Volver</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/03/1505/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Mais Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Volver]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://identidademusical.com.br/blog/?p=1505</guid>
		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/03/1505/' addthis:title='Terceira Noite + Massa: Madame Saatan e Volver'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Na terceira noite do Projeto + Massa teremos as apresentações de Madame Saatan, de Belém do Pará, e Volver, de Recife, Pernambuco. A banda Madame Saatan, que tem Sammliz na voz, Ed Guerreiro na guitarra, Ícaro Suzuki no baixo e Ivan Vanzar na bateria já fez história na cena independente e em São Paulo, com [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/11/03/1505/' addthis:title='Terceira Noite + Massa: Madame Saatan e Volver' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-301" title="flyerok" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/flyerok.jpg" alt="flyerok" width="388" height="247" /></p>
<p>Na terceira noite do Projeto + Massa teremos as apresentações de Madame Saatan, de Belém do Pará, e Volver, de Recife, Pernambuco. A banda Madame Saatan, que tem Sammliz na voz, Ed Guerreiro na guitarra, Ícaro Suzuki no baixo e Ivan Vanzar na bateria já fez história na cena independente e em São Paulo, com passagens pela MTV, Rede Globo, Multishow, Play TV, Estúdio Show Livre, Poploaded Sessions do portal IG, Território Livre da Rede 21, Alto-Falante da Rede Minas, e Radiola na Cultura entre outros.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-306 alignleft" title="foto1-voz" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/foto1-voz-300x178.jpg" alt="foto1-voz" width="216" height="128" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-307" title="foto1-guitarra" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/foto1-guitarra-300x178.jpg" alt="foto1-guitarra" width="216" height="128" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignleft size-medium wp-image-310" title="foto1-baixo" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/foto1-baixo-300x178.jpg" alt="foto1-baixo" width="216" height="128" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-311" title="foto1-batera" src="http://identidademusical.com.br/bda/wp-content/uploads/2009/11/foto1-batera-300x178.jpg" alt="foto1-batera" width="216" height="128" /></p>
<p>O som do Madame Saatan é o mais pesado das bandas que integram o Projeto + Massa &#8211; e também dialoga com ritmos nacionais e regionais. Confira a apresentação da banda em Boa Vista, capital de Roraima, encerrando a <a href="http://www.tomarrock.com/index.php/Ultimas/Divulgacao-Oficial-do-Festival-TomaRRock-Shows.html" target="_blank">programação do Festival Tomarrock, em outubro de 2009</a>:</p>
<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QF00MRloT0k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/QF00MRloT0k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>A banda Volver tem Bruno Souto no vocal e nas guitarras, Fernando Barreto no baixo e nos vocais, Zeca Viana na bateria e vocais e Kleber Croccia na guitarra e nos vocais.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1510" title="DSC_0056_baixa" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC_0056_baixa-300x206.jpg" alt="DSC_0056_baixa" width="300" height="206" /></p>
<p>Os caras também têm estrada. Seus dois discos foram aclamadíssimos: <em>Canções perdidas num canto qualquer</em>, de 2005, alcançou respeito e repercussão nacional e internacional, considerado o disco do ano pelo site Power Pop Action; <em>Acima da chuva,</em> de 2008, já teve mais de 60 mil downloads e foi eleito o segundo melhor disco nacional do ano pelo Correio Braziliense. Assista ao clipe de &#8220;Dia Azul&#8221;, do segundo trabalho:</p>
<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HunMluT8S1s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/HunMluT8S1s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>A noite promete. Mais uma vez, as bandas contarão com convidados, que fazem os shows ficarem Mais Massa: Daniel Groove, d&#8217;O Sonso, Diogo Soares, dos Los Porongas, Laya Lopes d&#8217;O Jardim das Horas e Saulo Duarte.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça o projeto Mais Massa</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2009/10/14/conheca-o-projeto-mais-massa/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 10:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[O Jardim das Horas]]></category>
		<category><![CDATA[O Sonso]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Mais Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Duarte e a Unidade]]></category>
		<category><![CDATA[Volver]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/10/14/conheca-o-projeto-mais-massa/' addthis:title='Conheça o projeto Mais Massa'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Seis bandas de fora de São Paulo, morando na capital paulista: esse foi o ponto de partida para a criação do Projeto Mais Massa, do qual a Identidade Musical tem o prazer de participar e apoiar. Em conversas informais, em encontros planejados nas casas de uns e outros, de passagem pelos camarins das casas noturnas [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/10/14/conheca-o-projeto-mais-massa/' addthis:title='Conheça o projeto Mais Massa' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seis bandas de fora de São Paulo, morando na capital paulista: esse foi o ponto de partida para a criação do <a href="http://identidademusical.com.br/bda/">Projeto Mais Massa</a>, do qual a Identidade Musical tem o prazer de participar e apoiar. Em conversas informais, em encontros planejados nas casas de uns e outros, de passagem pelos camarins das casas noturnas e até nos backstages dos festivais independentes pelo Brasil, os integrantes de <a href="http://www.myspace.com/losporongas">Los Porongas</a>, <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan">Madame Saatan</a>, <a href="http://www.myspace.com/ojardimdashoras">O Jardim das Horas</a>, <a href="http://www.myspace.com/osonso">O Sonso</a>, <a href="http://www.myspace.com/sauloduarte">Saulo Duarte e a Unidade</a> e <a href="http://www.myspace.com/volverbrasil">Volver</a> perceberam que tinham em comum a residência recente em Sampa, com todas as maravilhas e agruras de morar nessa cidade.</p>
<p>A ideia do Projeto Mais Massa é ambiciosa e simples, ao mesmo tempo: duas das seis bandas se apresentam na mesma noite, ao longo de três semanas, apresentando as canções que compuseram ao longo de suas carreiras. Nessas apresentações, o público paulistano também terá a chance de perceber o diálogo entre as obras desses artistas, que contribuirão uns nos shows dos outros. Essa interação se completa com as participações de compositores e músicos paulistanos especialmente convidados e com uma quarta e última apresentação, em que integrantes das seis bandas fazem um show coletivo.</p>
<p>As noites do Projeto Mais Massa acontecem nas duas últimas quartas-feiras de outubro (21/10 e 28/10) e nas duas primeiras de novembro (04/11 e 11/11), na <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br/">Livraria da Esquina</a>, espaço que já tem se consagrado na noite paulistana por incentivar apresentações de bandas independentes e sede oficial das <a href="http://identidademusical.com.br/blog/noites-do-bem/">Noites do Bem</a>. Localizada na Barra Funda, a casa fica a poucos minutos da estação de metrô &#8211; o que facilita o acesso a todos que quiserem assistir aos espetáculos do Projeto Mais Massa.</p>
<p>O primeiro show da noite vai começar sempre por volta das 21h, para que o último termine pouco antes da meia-noite: assim, todo mundo que precisar trabalhar cedinho na quinta pode ir para casa tranquilo. Quem puder esticar a noite com a gente pode ficar à vontade: toda noite depois dos shows, um DJ convidado agita a pista até um pouco mais tarde.</p>
<p><strong><em>A seguir, o calendário do Projeto Mais Massa</em></strong></p>
<p>21/10 &#8211; Los Porongas + O Sonso<br />
28/10 &#8211; Jardim das Horas + Madame Saatan<br />
04/11 &#8211; Saulo Duarte e a Unidade + Volver<br />
11/11 &#8211; Show coletivo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre Cristo, Madame Saatan, heavy metal e língua portuguesa</title>
		<link>http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/30/msaatan-metal/</link>
		<comments>http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/30/msaatan-metal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métrica do Grito]]></category>
		<category><![CDATA[heavy metal brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[Sepultura]]></category>
		<category><![CDATA[Viper]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://identidademusical.com.br/blog/?p=1337</guid>
		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/30/msaatan-metal/' addthis:title='Sobre Cristo, Madame Saatan, heavy metal e língua portuguesa'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Aproveitando a polêmica do post da semana passada sobre Belém do Pará, cujos comentários ainda vou responder: escrevi o texto abaixo apenas algumas semanas antes de a banda Madame Saatan mudar-se definitivamente para São Paulo e participar de um Estúdio Showlivre. De lá para cá, os caras viraram esta cidade do avesso, fizeram uma tour [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/30/msaatan-metal/' addthis:title='Sobre Cristo, Madame Saatan, heavy metal e língua portuguesa' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1344" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Madame_2009" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Madame_2009-150x150.jpg" alt="Madame_2009" width="150" height="150" />Aproveitando a polêmica do <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/22/clipepbrasilcurumin/">post da semana passada sobre Belém do Pará</a>, cujos comentários ainda vou responder: escrevi o texto abaixo apenas algumas semanas antes de a banda Madame Saatan mudar-se definitivamente para São Paulo e participar de um <a href="http://showlivre.oi.com.br/canais.php?canal=1">Estúdio Showlivre</a>. De lá para cá, os caras viraram esta cidade do avesso, fizeram uma <a href="http://www.fotolog.com.br/madame_saatan/64712837">tour por Minas e Nordeste</a>, estiveram no <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/05/10/madame-saatan-e-banda-calypso-no-altas-horas/">Altas Horas ao lado dos conterrâneos da banda Calypso</a> e <a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/05/12/noites-do-bem-com-madame-saatan-na-livraria-da-esquina/">abriram as Noites do Bem</a>. O que segue me impressionando até hoje é a combinação do lirismo das letras com o peso do som, que culmina no êxtase que é ouvir as canções da banda, sobretudo ao vivo.</em></p>
<p>Alguém ainda há de escrever um tratado a respeito da repercussão e da importância do heavy metal no Brasil. O público de metal é dos mais fiéis, não falta a shows apesar do preço, organiza fãs-clubes; além disso, temos legítimos representantes do gênero no país. Para dizer o mínimo, contamos com <a href="http://www.myspace.com/sepultura">Sepultura</a> e <a href="http://www.myspace.com/viperbrasil">Viper</a>, bandas cujo sucesso se delineou, primeiramente, no exterior, para só depois ser definitivamente consolidado por aqui. É curioso: uma fita K7 de <em>Theatre of Fate</em>, do Viper, chegou a minhas mãos diretamente do Japão, quando eu era adolescente, por meio de uma amiga que tinha um amigo que morava lá. Era assim que as coisas aconteciam na época em que não havia internet.</p>
<p>Essas duas bandas não compõem as letras em Língua Portuguesa, daí a torcida de nariz que uma parte do público e da crítica lhes dá. A questão é delicada: bandas que cantam em inglês, num gênero que é estrangeiro, podem ser consideradas parte da cultura brasileira? Particularmente, acredito que sim, sobretudo se levarmos em consideração as contribuições marcantes que a música brasileira tem na obra do Sepultura, pelo menos nos trabalhos <em>Chaos AD </em>e <em>Roots</em>. Da mesma maneira, na gravação ao vivo do <em>Maniacs in Japan</em>, do Viper, presta-se homenagem aos brasileiros e a Tim Maia, com “Não quero dinheiro”. Não quero encerrar a questão neste texto – voltarei, no futuro, a essas duas bandas, que merecem análise à parte, sobretudo o Sepultura, afinal seu último trabalho dialoga longamente com a <em>Divina Comédia</em> de Dante Alighieri –, mas <a href="http://www.luiztatit.com.br/">Luiz Tatit</a>, professor universitário, estudioso da semiótica da (nossa) canção e também compositor afirma que “a música estrangeira, em graus diversos, é parte integrante da música brasileira”, afirmação em que ponho toda fé do mundo.</p>
<p>Como resposta a essa parcela do público que rejeita o metal brasileiro, tem cintilado o trabalho do <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan">Madame Sataan</a>, banda da cena musical Belém do Pará, que compõe letras em português e que me foi apresentada pelo colega de <a href="http://www.showlivre.com/">Showlivre</a>, e agora amigo, Sidney Filho. Acho que não é arriscado dizer que a temática primeira das letras de heavy metal são demônios, assombrações e maldições, numa espécie de versão musical dos filmes de terror norte-americanos. As letras, muitas vezes, contém versos soltos, expressando o estado de caos em que está imerso o eu que canta. O Madame Sataan dá uma cara de Brasil a esse universo: a cidade de Belém, incrustada na Amazônia, fez fecundar, no metal pesado das composições da banda, a cultura popular religiosa brasileira que ainda se faz viva na cidade – o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrio_de_nazar%C3%A9">Círio de Nazaré</a> é sua manifestação mais conhecida, cantada pelo Madame em <a href="http://br.youtube.com/watch?v=30SBW94PE4s">“Vela”</a> – e que guarda a característica típica de fazer conviver o sagrado com o profano. Daí a recuperação do soneto <a href="http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=635">“Buscando a Cristo”</a>, de Gregório de Matos Guerra, em outra canção da banda, &#8220;Prometeu&#8221;, executada abaixo no Estúdio Showlivre:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DDGbzQzrT2c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/DDGbzQzrT2c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Os leitores hão de se lembrar de que Gregório de Matos é nosso grande nome na manifestação das contradições barrocas de um século de conflitos, o dezessete. Em palavras bem simples, para facilitar: de um lado, manifestava-se nos homens o desejo pela carne, pelo desfrute material da vida; de outro, a devoção a Cristo e a tentativa de preservar, no mundo terreno, os valores espirituais difundidos pela Igreja Católica. No soneto citado pelo Madame Sataan, o eu-lírico descobre, diversas vezes, na imagem de Cristo na cruz, uma dualidade reconfortante: os braços estão abertos para receber o eu arrependido e estão cravados na madeira para não castigá-lo. Os olhos, cheios de sangue e de lágrimas, estão acordados para perdoá-lo, mas estão cobertos e carregados, para não castigá-lo. O texto é concluído com a idéia de que o eu quer ficar “unido, atado e firme” ao lado da cruz, sob a proteção de Cristo. Repare, leitor, que essas três palavras podem ser entendidas como o desejo de não oscilar mais entre a carne e o espírito, entre o desfrute do material e a abnegação espiritual. Impossível. Uma característica primordial da condição humana – que se manifesta em todas as festas populares religiosas – é exatamente experimentar, ao longo de toda a vida, essa nebulosa em que convivem o sagrado e o profano.</p>
<p>A parcela profana da canção do Madame está no título: Prometeu, na mitologia grega, foi o titã que roubou aos deuses o fogo que deu aos humanos a ânsia pelo saber. Na versão cristã, o desejo de conhecimento se manifesta no mito de Adão e Eva, provocados pela serpente demoníaca a comer do fruto proibido e perder a inocência. Diríamos, hoje, em nossa perspectiva que valoriza tudo que é ciência e racionalidade, que essa procura é o que faz de nós seres pensantes, é ela que nos move a alcançar o progresso científico e tecnológico, mas é preciso lembrar que mais de uma cultura julga que ela é a responsável por nossa desgraça – e é aí que entra a banda de Belém. Em “Prometeu”, somos todos “a criação já decaída / Liderando o ranking das ações mal resolvidas”. Numa odisséia de metal de mais de sete minutos, descreve-se sem linearidade – e em língua portuguesa – a condição dos humanos: desorientados, anjos de carne passeando em carros lotados de preces, desejando o que não conseguem viver, carregados de culpa, pedindo perdão ao Cristo cravado na cruz.</p>
<p>O soneto de Gregório de Matos, na canção do Madame, está subvertido: falta exatamente o trecho final em que o eu-lírico conclui sua prece desejando estar atado à cruz. Preserva-se, portanto, o estágio intermediário entre o sagrado e o profano. A sensação é de que falta a segurança que os ícones religiosos dão aos homens, falta o equilíbrio que a esperança na redenção pós-morte oferece aos que nela crêem. Digamos tudo: é a fé que está em xeque, principalmente se lembrarmos que Prometeu foi condenado a ficar acorrentado ao cume do monte Cáucaso, onde todos os dias uma águia dilacerava-lhe o fígado que, para sua desgraça, se regenerava, eternizando-lhe o sofrimento: “Enquanto morre um nascem dois iguais” é a versão do Madame para a dor da humanidade, que ousa sempre. O apetite humano pela sabedoria e pelo controle da natureza, ao mesmo tempo que liberta e fascina, aprisiona e faz sofrer, porque nunca acaba.</p>
<p>O heavy metal é o gênero ideal para cantar essa condenação – sobretudo na voz de Sammliz, trombeta das mazelas humanas em que pulsa a vida da banda. Trata-se da incorporação definitiva do gênero mais pesado do rock à canção brasileira, capítulo mais recente da história do nosso metal: fugindo aos clichês fáceis dos demônios estilizados ianques, do “medo do escuro” pré-adolescente, das assombrações hollywoodianas – que funcionam bem em inglês, mas que soam, na maioria das vezes, como folclore cinematográfico-cômico aos ouvidos dos brasileiros –, o Madame Sataan arrepia os brasileiros com versos em português que descrevem nosso pior medo: a sensação de que, apesar de participarmos da modernidade e apostarmos na razão, há algo além do plano material, que vive nas crenças populares, nos acasos inexplicáveis, na desgraça e – poucas vezes – na maravilha da vida cotidiana. Daí a falta de linearidade das frases que, juntas, compõem um todo que sempre remete à mesma pergunta: como versejar a respeito do que não tem organização no plano concreto?</p>
<p>Aprendi com “Prometeu” a respeitar essa dúvida, que a sabedoria popular formulou há muito tempo. Lembremo-nos: no universo cristão, o demônio é o espírito da destruição e pai de toda mentira, aquele que nos envenena com o desejo de conhecimento e controle do mundo. Mas não nos esqueçamos de que, na canção do Madame Sataan, a cultura clássica aponta a dúvida como característica inerente à espécie humana: ela talvez seja a única forma de não nos rendermos como cordeiros aos supostos desígnios divinos.</p>
<p>Ao cantar, em nosso idioma, a condição humana, sem se valer dos clichês do heavy metal estrangeiro, e dando a Cristo e ao demônio formas populares locais, o Madame Sataan assimila definitivamente o metal à canção brasileira, projetando-a, mais uma vez, para além dos limites geográficos da língua portuguesa.</p>
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		<title>Curumin lança videoclipe em Belém do Pará, a meca da canção independente</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Audio]]></category>
		<category><![CDATA[Belém do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Curumin]]></category>
		<category><![CDATA[Delinquentes]]></category>
		<category><![CDATA[heavy metal brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/22/clipepbrasilcurumin/' addthis:title='Curumin lança videoclipe em Belém do Pará, a meca da canção independente'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Todo mundo sabe que a cena artística de Belém do Pará é uma das mais férteis de hoje &#8211; se não for a mais fértil. Isso se confirma com o lançamento do videoclipe de &#8220;Japan Pop Show&#8221;, do Curumin (leia matéria sobre o clipe aqui), com a direção da já consagrada Priscilla Brasil, do jornalista Vladimir [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/09/22/clipepbrasilcurumin/' addthis:title='Curumin lança videoclipe em Belém do Pará, a meca da canção independente' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1297" title="flyer_pri_curumim" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/flyer_pri_curumim.png" alt="flyer_pri_curumim" width="500" height="750" /></p>
<p>Todo mundo sabe que a cena artística de Belém do Pará é uma das mais férteis de hoje &#8211; se não for a mais fértil. Isso se confirma com o lançamento do videoclipe de &#8220;Japan Pop Show&#8221;, do Curumin (<a href="http://www.serasgum.com.br/?p=506">leia matéria sobre o clipe aqui</a>), com a direção da já consagrada Priscilla Brasil, do jornalista Vladimir Cunha e do fotógrafo Gustavo Godinho. Priscilla também encabeçou os clipes de &#8220;Devorados&#8221; e &#8220;Vela&#8221;, do Madame Saatan. </p>
<p>Toda geração tem espaços específicos em que as coisas acontecem. Arriscaria dizer que esta nossa geração da canção independente aconteceu e tem acontecido, sobretudo, no espaço virtual. Mas a impressão que fica é a de que Belém do Pará se assemelha, de certa maneira, à São Paulo Modernista de 22, ou ao Rio de Janeiro da Bossa, nas décadas de 50 e 60, ou ainda à Recife do Manguebit, nos anos 90: os olhares e as atenções se voltam para lá, cada vez mais, como se irradiassem de lá as vibrações que tomam o país. </p>
<p>De lá veio Madame Saatan, no clipe de &#8220;Devorados&#8221;, também dirigido por Priscilla Brasil, gravado na Vila da Barca, em Belém, em julho de 2007, no famoso bairro sobre palafitas, que hoje sofre acelerado processo de reurbanização:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oCXzsldeKS0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oCXzsldeKS0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Foi só agora que muita gente descobriu &#8211; eu inclusive &#8211; que <a href="http://www.myspace.com/stressbrasil">o Stress, a primeira banda de heavy metal brasileiro</a>, formada em 1977, é de Belém. Nos dias 3 e 4 de agosto de 1982, em apenas 16 horas, numa mesa de 8 canais, a banda gravou o primeiro LP de heavy metal de uma banda brasileira. <a href="http://rockpara.blogspot.com/2009/07/stress-esta-de-volta.html">Clique aqui para ler a entrevista com o Stress</a>, publicada recentemente no blog Rock Pará, de Sidney Filho &#8211; jornalista atuante na cena da cidade. Abaixo, ouça a canção &#8220;Heavy Metal&#8221;:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zfS132Efxvs&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zfS132Efxvs&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>É em Belém que rola o Festival Se Rasgum, surgido em 2006, &#8220;com o objetivo de expandir a música independente produzida no Pará para todo o país e conectar Belém às novidades do cenário musical brasileiro&#8221; (<a href="http://www.serasgum.com.br/#">clique aqui para visitar o site do festival</a>). No evento, promove-se sobretudo a diversidade musical: lá é possível ouvir rock, guitarrada, carimbó, tecnobrega, dub, reggae, hip hop, indie, electro-rock, gótico, hardcore, punk, samba rock e outros estilos. </p>
<p>A próxima edição acontece nos dias 13, 14 e 15 de novembro, com presenças já confirmadas de Bonde do Rolê (PR), Comunidade Nin-Jitsu (RS), Matanza (RJ), Retrofoguetes (BA), Digital Dubs (RJ) e Gork (SP). Das bandas paraenses, tocam Pro.eFX, Clube de Vanguarda Celestial, Trio Manari, Delinquentes, Dharma Burns, The Baudelaires, Johny Rockstar (<a href="http://identidademusical.com.br/blog/2009/08/30/johny-rockstar/">comentei o lançamento do EP dessa banda aqui</a>), Ataque Fantasma e Aeroplano. Abaixo, Delinquentes mandam &#8220;Indiocídio&#8221;:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Za7ou0yrk_s&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Za7ou0yrk_s&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Finalmente: não só de rock vive a cena de Belém. Pedi a <a href="http://mtv.uol.com.br/belem/blog">Bernie Walbenny, agitador cultural, roqueiro e produtor musical da cidade, que tem um blog na MTV</a>, que me indicasse dois vídeos. O primeiro deles sobre o Tecnobrega:</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7bg7py5VbKA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7bg7py5VbKA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p>O segundo, sobre o carimbó, gênero tipicamente paraense:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3NzMIiMeW8k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3NzMIiMeW8k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Em termos musicais, é preciso concordar: hoje, o Pará é o Brasil. </p>
<p>Para ficarmos todos na expectativa, termino com o vídeo de &#8220;Japan Pop Show&#8221;, do Curumin, no Estúdio Showlivre:</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GdHoVwIVMnQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GdHoVwIVMnQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object> </p>
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		<title>O fantasma de Anchieta na Virada Cultural de 2008</title>
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		<comments>http://identidademusical.com.br/blog/2009/08/29/anchieta-virada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 15:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Máquina do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Clemente]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[formação do público]]></category>
		<category><![CDATA[Inocentes]]></category>
		<category><![CDATA[Los Porongas]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/08/29/anchieta-virada/' addthis:title='O fantasma de Anchieta na Virada Cultural de 2008'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>O texto abaixo foi publicado logo depois da Virada Cultural de 2008. Parece pouco tempo, mas não é. De lá para cá, a tal crise financeira se abalou sobre os mercados, e São Paulo teve outra virada, sem palco independente &#8211; o que foi lamentável, mas bastante sintomático, bom para a gente aprender como funcionam [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/08/29/anchieta-virada/' addthis:title='O fantasma de Anchieta na Virada Cultural de 2008' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O texto abaixo foi publicado logo depois da Virada Cultural de 2008. Parece pouco tempo, mas não é. De lá para cá, a tal crise financeira se abalou sobre os mercados, e São Paulo teve outra virada, sem palco independente &#8211; o que foi lamentável, mas bastante sintomático, bom para a gente aprender como funcionam de fato as coisas: no corte de orçamento devido à crise, optou-se por eliminar exatamente as apresentações de artistas que mais precisam de espaço.</p>
<p>De qualquer maneira, posto o texto porque, de forma geral, ele continua atual nas reflexões, inclusive sobre conceitos que temos desenvolvido aqui no blog, como a ideia de formação de público. Essas reflexões foram feitas de forma quase literária (como o leitor poderá verificar, se tiver a paciência de chegar ao fim do texto, talvez muito longo para os padrões da internet), o que me divertiu bastante, quando o escrevi. Certamente foi um de meus textos menos lidos e menos comentados no Showlivre, mas ainda é um dos que mais gosto.</em></strong></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnX8nMKjLI/AAAAAAAAAEg/JmeJA8GXIYg/s1600-h/Mario_Andrade.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294500273262857394" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 176px; cursor: hand; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnX8nMKjLI/AAAAAAAAAEg/JmeJA8GXIYg/s320/Mario_Andrade.jpg" border="0" alt="" /></a>Os leitores mais assíduos desta coluna hão de lembrar que <a href="http://ametricadogrito.blogspot.com/2009/01/pequena-potica-dos-inocentes-e-o.html">me encontrei com o fantasma de </a><a href="http://ametricadogrito.blogspot.com/2009/01/pequena-potica-dos-inocentes-e-o.html">Mário de Andrade, durante a gravação do DVD dos Inocentes</a>. Foi experiência única: juro que vi aquele poeta e pesquisador da cultura popular brasileira, primeiramente, assustado com a barulheira das guitarras e o acotovelamento dos punks mais jovens; depois, já convencido de que o poeta que ali cantava e de que o público que ali berrava eram tão brasileiros quanto ele, deixou-se levar, cerrou os punhos e bradou <em>&#8220;</em>Pânico em SP&#8221; – só não digo que o fez “a plenos pulmões” porque o fantasma de Mário de Andrade não os tem, e, se os tivesse, não seriam plenos, desgastados que estariam do cigarro. Não disse a ninguém que o poeta estava ali – tive a impressão de que ele não queria ser reconhecido, nem queria roubar a cena dos <a href="http://www.myspace.com/inocentes">Inocentes</a>: ouviu o som, pulou e gritou bastante, mandou um beijo, de longe, para o Clemente, que acenou agradecendo, e foi-se embora, cotejar os resultados da pesquisa sobre música popular que fez com aquela forma tão explosiva de canção. Tive medo: somente eu teria visto o líder modernista no meio do êxtase do público? Era alucinação, ou eu o vira de fato?</p>
<p>Deixei pra lá essa história, que não sou de dar bola às coisas do outro mundo. Mas elas insistem em me seguir. Num sábado recente de calor infernal, pensei em dormir no início da noite, curtir meus cachorros, acordar cedinho no domingo e tentar levar uma vida normal; revirando na cama, meio acordado, meio dormindo, tive a impressão de tomar um cutucão áspero, como se alguém tivesse usado um longo graveto de madeira cheio de areia para acordar-me. Aceitei: era um sinal. E lá fui a um show do Ludovic, aberto pelo <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan">Madame Saatan</a>, onde encontrei <a href="http://www.myspace.com/losporongas">Diogo do Los Porongas</a> e conheci o pessoal do <a href="http://www.myspace.com/macacobong">Macaco Bong</a>. Fosse quem fosse o ser que me tivesse acordado, por que teria me mandado ali? Tomei coragem e disse ao acreano, depois de umas cervejas, que o rock independente brasileiro tinha força para minar a pasteurização e a alienação engendrada pelas grandes gravadoras, para conscientizar e sensibilizar o público, para mudar o Brasil – talvez o mundo.</p>
<p>Mesmo cutucão na terça-feira: era dia de assistir ao <a href="http://www.juliacar.com/">Julia Car</a> na choperia do Sesc Pompéia, com a participação do Clemente. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iCjibzLLFW4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iCjibzLLFW4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Depois do show, aprendi com o mestre, a quem ofereci uns chopes: “A cena independente hoje é mais forte do jamais foi; o que falta é criar uma indústria independente”. Tomei os chopes e fui para casa.</p>
<p>No sábado, dia da Virada Cultural, quase dormindo, ouvi frases em tupi sussurrando-me ao ouvido; os cachorros latiram, sinal aziago, pulei assustado da cama: seria o fantasma do poeta modernista? Não dormia, não dormia, não dormia: vou pra Virada, ao menos divido a insônia com mais um milhão de pessoas. Acordei a mulher, pegamos o metrô. E foi no Pátio do Colégio, berço da cidade de São Paulo, que entendi tudo que acontecera comigo ao longo daquela semana.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnYzw4foCI/AAAAAAAAAEw/Eiy8XZVN58Y/s1600-h/Trilobit.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294501220757512226" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px; cursor: hand; height: 159px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnYzw4foCI/AAAAAAAAAEw/Eiy8XZVN58Y/s320/Trilobit.jpg" border="0" alt="" /></a>Primeiro: foi lá que arrumei o que fazer ao longo de toda a semana seguinte – pesquisar as bandas instrumentais independentes que têm surgido e eu não conhecia. Assustei-me: o fantasma, ou o que quer que tenha me acordado ao longo da semana, poderia ser algum dos integrantes do <a href="http://www.myspace.com/bandatrilobit">Trilöbit</a>, todos eles extraterrestres. </p>
<p>E perguntei assim: estará o público pronto para bandas cujas canções não têm letra? Concluí que sim, já que muitos dos que estavam por ali vibravam com os alienígenas. E entendi da seguinte maneira: o que talvez os independentes ainda estejam descobrindo é como formar público – e perceba, leitor, que <em>formar </em>público é diferente de <em>ganhar </em>público. Na indústria fonográfica tradicional, as canções são produtos; o capital destinado à produção é investimento; a diversidade de gêneros (que no fundo repetem a mesma coisa) é mix de produtos; os ganhos auferidos ao final são lucro ou retorno sobre o investimento. </p>
<p>Ora, já vem se delineando – espero que já venha se delineando – na música independente uma outra lógica: as canções ou músicas são <em>obras de arte</em>; a produção, de custos baixos e de qualidade, é sobretudo <em>resultado de paixão</em>; a <em>diversidade</em> é condição necessária, já que a pretensão não é fazer que o artista se torne produto consumível, mas que ele seja admirado pelas <em>qualidades estéticas intrínsecas a sua obra</em>; a grana obtida ao final é <em>ganha-pão que dá vazão a mais criatividade</em>. E essa é meio que uma síntese das coisas que eu tinha pensado no dia em que encontrei Diogo dos Los Porongas, que, não demorou muito, subiu no palco e bradou, para o público que se avolumava a olhos vistos e para todos os fantasmas que dormem na cripta da Sé, perto dali: “Esta é a prova de que não é preciso depender de grandes gravadoras para fazer música no Brasil! Viva a internet!”. Aí entendi: o acesso barato às tecnologias de gravação e a internet, que favorece a difusão, fazem que a parafernália da indústria fonográfica possa ser dispensável.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnZl6Dxt5I/AAAAAAAAAE4/yqSDaKKiiLw/s1600-h/Anchieta.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294502082214213522" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 264px; cursor: hand; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ecCrTjLesGY/SXnZl6Dxt5I/AAAAAAAAAE4/yqSDaKKiiLw/s320/Anchieta.jpg" border="0" alt="" /></a>O problema foi que Diogo gritou alto, mas tão alto, que despertou fantasmas demais – inclusive aquele que me cutucara a semana toda. Já havia na frente do Pátio do Colégio caciques indígenas, bandeirantes, degredados e pessoas queimadas pela inquisição. E junto a esses fantasmas todos, na frente do antigo colégio dos jesuítas, eu vi – duvidei de meus olhos, mas eu vi mesmo, e juro que não havia tomado nada – eu vi o fantasma do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Anchieta">Padre José de Anchieta</a>. Ele trazia nas mãos o graveto que usara para escrever na areia da praia; e sorria, porque começava a entender os equívocos de seu tempo. José de Anchieta reviu a própria obra – ele, que chegou a escrever autos em língua tupi para levar a fé cristã aos indígenas, percebeu que lhe faltou fé para acreditar que nesta terra a diversidade faria milagres. E dizia a canção: “Tudo ao contrário então / Tudo à vontade então”. E o padre sacou que o público que se agrupava por ali tinhas as linhas de erê tatuadas nas costas, como havia cantado uma menina, dias antes, no SESC Pompéia. E percebeu que o idioma dos indígenas que ele tentara aculturar dava origem ao nome do conjunto que ali tocava.</p>
<p>Ora: eu passara vontade de falar com o fantasma do Mário de Andrade; não deixaria passar a chance de bater um papo com o Anchieta. Diria a ele que não se impressionasse: as mulheres tinham alcançado um papel fundamental no mundo, eram poetisas, tinham a chance de expressar-se, cumpriam papel fundamental na nova canção independente brasileira – elas eram consideradas gente, eram respeitadas, assim como os povos escravizados e dizimados pelos europeus. Mas a multidão crescia, Diogo urrava no palco, as pessoas não paravam de chegar e dançar e pular. E eu precisava dizer ao padre que aquela cidade, que começara numa escola jesuíta na época dele, hoje tinha quinze milhões de pessoas, mas era ainda pequena para abrigar a multiplicidade de urbanidades que se agrupavam ali – eram acreanos, paraenses, cariocas, além dos paulistanos, mas também sul-mato-grossenses, extraterrestres, gaúchos, nordestinos, todas essas pessoas do Brasil, de norte a sul, rumo ao cruzeiro; eram urbanidades amazônicas, do cerrado, do sertão, do litoral, do concreto mesmo de São Paulo, todas essas urbanidades. </p>
<p>Anchieta acenou para o Diogo, que respondeu; o sacerdote, então, voltou as costas para mim, dirigiu-se para o interior da escola e eu gritava, Padre, Padre, por que eu vejo todos os fantasmas de escritores, mas eles só acenam para os vocalistas das bandas?, e era essa a pergunta que eu precisava que fosse respondida, porque eu já havia entendido, e me passava pela cabeça naquele exato momento, que a nova canção independente brasileira tem autonomia para criar, mas tem pela frente grandes desafios, eu não queria estar na pele dela, o primeiro desafio é a <em>formação de um público </em>que não procure estrelas, mas artistas; que queria desfrutar de obras de arte, não consumi-las; o segundo é o <em>máximo aproveitamento das tecnologias disponíveis </em>para a criação e a divulgação de suas obras, sem repetir os vícios da grande indústria fonográfica; o terceiro é lutar cada vez mais pela <em>profissionalização dos músicos</em>, sem explorá-los, sem lesar o que eles têm de mais genuíno, oras, sua arte; o quarto é fazer que essa profissionalização componha o que o Clemente chamou de criar uma <em>indústria independente </em>– toda composta numa lógica nova, sem que músicos e suas obras sejam entendidos como produtos, formando um público que aprecie a arte. </p>
<p>E tudo isso eu pensei num átimo de segundo, enquanto gritava Padre, Padre, por que eu vejo todos os fantasmas de escritores, mas eles só acenam para os vocalistas das bandas?, e ele voltou-se para mim e respondeu, Ora, uns homens são como antenas receptoras das expectativas, das aflições, dos amores e das contradições do seu tempo, é a esses que se chamam trovadores, poetas, hoje cancionistas, aqui os independentes, é a esses homens que nós, os fantasmas, acenamos (eu achei esse jeito de falar muito moderno para um padre, acho que o rock não lhe fez bem, eu esperava que ele me respondesse em português arcaico). E foi-se o padre. E fiquei eu com um monte de teorias, hipóteses, dúvidas, anseios, sonhos – e fui perguntar ao Diogo se ele vira o fantasma, se acenara mesmo para o padre. Mas esqueci, e só falei de mudar o mundo por meio da nova música independente brasileira.</p>
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		<title>Noites do Bem, com Madame Saatan: entenda a proposta</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 13:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena e Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Esquina]]></category>
		<category><![CDATA[madame saatan]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/05/22/noites-do-bem-com-madame-saatan-entenda-a-proposta/' addthis:title='Noites do Bem, com Madame Saatan: entenda a proposta'  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>As Noites do Bem são uma série de eventos mensais que vão acontecer na Livraria da Esquina. Não é uma festa de rock, nem de música eletrônica ou black, também não de MPB ou um lounge. É uma festa como das que fazíamos antigamente, para encontrar os amigos em um ambiente descontraído, ouvindo música boa [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://identidademusical.com.br/blog/2009/05/22/noites-do-bem-com-madame-saatan-entenda-a-proposta/' addthis:title='Noites do Bem, com Madame Saatan: entenda a proposta' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-545 aligncenter" title="noites-do-bem_definitivo1" src="http://identidademusical.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/noites-do-bem_definitivo1-682x1024.jpg" alt="noites-do-bem_definitivo1" width="538" height="881" /></p>
<p>As Noites do Bem são uma série de eventos mensais que vão acontecer na <a href="http://www.livrariadaesquina.com.br/">Livraria da Esquina</a>. Não é uma festa de rock, nem de música eletrônica ou black, também não de MPB ou um lounge. É uma festa como das que fazíamos antigamente, para encontrar os amigos em um ambiente descontraído, ouvindo música boa e dançante, sem se preocupar com rótulos. E ainda praticamos o bem.</p>
<p>Mas como assim? Cada edição trará uma nova banda independente e uma ONG com ação social que se beneficiarão da bilheteria. <strong>Nessa primeira edição, que acontece amanhã</strong>, quem se apresenta é o <a href="http://www.myspace.com/madamesaatan">Madame Saatan</a>, de Belém (PA), e a ONG participante é o <a href="http://www.proeducacao.blogspot.com/">Projeto Educação Passo para a Universidade</a>.</p>
<p>No som você curte <strong>Stevie Wonder</strong> e <strong>Chico Science</strong>, <strong>MGMT</strong> e <strong>Mutantes</strong>, <strong>Matt &amp; Kim</strong> e <strong>Boss in Drama</strong>. A entrada custa R$12, você se diverte e ainda ajuda a desenvolver a cena cultural e social. Isso é o que chamamos de Ativismo Social Musical.</p>
<p>No vídeo, você assiste ao clipe de &#8220;Devorados&#8221;, do Madame Saatan:</p>
<p><object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1269969&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1269969&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/1269969">devorados &#8211; Madame Saatan</a> from <a href="http://vimeo.com/greenvisionfilms">greenvision films</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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